Fala galera! Chegando aqui mais uma matéria que (infelizmente) não foi publicada há tempo, porém, estamos soltando agora e mesmo assim, divulgando esse trabalho muito legal que os amigos da Brvto Amor lançaram, que é o clipe "Luz da Meia Noite". Vejam o recado que o brother Dark Almeida deixou para a galera do Deathmask e em seguida, assistam o clipe oficial da banda.
Aneurose
é uma banda de Thrash Metal mineira, formada em 2002.
Com
o objetivo de superar a excelente repercussão do disco “From
Hell”, a Aneurose comemora 14 anos de história metendo o pé na
porta com o lançamento do seu novo álbum, “Juggernaut”. Sem se
limitar a rótulos ou pré-conceitos, a banda apresenta músicas que
carregam a essência de cada músico que a integra, transmitindo toda
energia e força do metal feito em Minas Gerais.
Após
percorrer o Brasil com a “Tour From Hell”, o grupo reconhecido
por seus shows explosivos, inicia agora a turnê de divulgação do
novo CD, agendando datas por todo país, e em 2017 chega também à
Europa.
O
debut álbum “From Hell“ apresentou a Aneurose ao Brasil, mas
“Juggernaut” vem para consolidar a banda mineira no cenário do
metal mundial.
Vamos
falar um pouco com a galera da banda.
OPDM - Olá
Aneurose, é uma satisfação tê-los por aqui. Conte-nos um pouco
sobre seu início em 2002. Alguma coisa mudou de lá pra cá?
Wall:
Hey! É sempre um prazer poder falar um pouco da nossa história,
principalmente se tratando de um canal tão legal quanto o Portal
Death Mask. Bom, a Aneurose surgiu por uma grande coincidência, eu
havia me mudando para Lavras e estava tentando montar uma banda. Em
um show de rock convidei um baterista para o projeto, e o cara já
tinha uma banda praticamente pronta, faltando apenas o vocalista
(Risos). A partir daí começamos a ensaiar e compor, fizemos vários
shows e gravamos algumas demos. Naquela época a média de idade da
banda era de 16 anos, então logicamente muita coisa mudou, a galera
amadureceu, mudamos de formação, um processo normal para uma banda
nova. Em 2011 a coisa engrenou, reestruturamos tudo e começamos a
compor o debut. O “From Hell” foi nossa primeira experiência em
estúdio e também nosso primeiro trabalho profissional. Tocamos pelo
sul, sudeste e nordeste do país com a Tour From Hell, foi muito bom,
aprendemos muita coisa com a estrada. Hoje estamos lançando o
“Juggernaut” e esse álbum está dando muito orgulho pra gente.
OPDM -Vocês
lançaram recentemente o álbum “Juggernaut”
e o material já está sendo distribuído pelas principais mídias.
Como está repercutindo?
Wall:
Realmente o “Juggernaut” está nos surpreendendo. As críticas e
resenhas que estão saindo estão elogiando muito o trabalho, e a
galera sempre aponta uma música diferente como sua faixa favorita. O
disco está no Spotify, Deezer, Itunes, entre outras redes de
streaming, e isso nos aproximou do mercado europeu, inclusive,
algumas músicas já estrearam numa rádio de Portugal.
OPDM - Como
é a cena da Minas Gerais da atualidade? Vocês tem uma resposta
satisfatória do público da sua região?
Wall:
Minas Gerais é demais! (Risos). Nosso estado é um celeiro de grupos
sensacionais, não só das grandes bandas como Sepultura, Sarcófago
ou Tuatha de Danann, mas também tem muita banda foda no underground.
Por aqui temos alguns dos maiores festivais do país e diversos
eventos menores no interior. A galera “ferve”, é mosh do início
ao fim.
OPDM - O
álbum “From Hell” de 2013 teve uma excelente resposta e agora,
“Juggernaut”
chega, com muita qualidade e brutalidade. Como é a Aneurose em
estúdio? Como funciona o processo de composição da banda?
Wall:
A gente é no estúdio como somos no dia a dia mesmo. Não nos
rotulamos ou limitamos um estilo para nossa música, o que a gente
faz é pegar os instrumentos e começar a compor, se o que está
sendo criado nos agrada é assim que vai ficar. As vezes alguém leva
uma base pronta, as vezes começamos do zero todos juntos, o que
importa é que sempre seja um processo divertido.
OPDM - São
14 anos de existência, isso é exemplo para muitos que buscam por
espaço. O que vocês tem a dizer para essa galera que está
começando no Metal?
Wall:
Música não é competição! Menos individualismo e vaidade, e mais
pensamento em conjunto. Você pode viver do seu sonho mas nada cai do
céu. Trabalhe duro, seja responsável, se dedique e divirta-se!
Divirta-se ensaiando, compondo, tocando ou gravando. Invista na sua
banda, grave um bom disco, tire fotos, faça clipes e divulgue!
Valorize a cena nacional, vá a eventos mesmo quando não for tocar,
compartilhe o material de outras bandas com seus amigos, compre os
discos das bandas independentes. Lets Rock!
Muito
obrigado a vocês pelo espaço e parabéns pelo trabalho! Quero
agradecer também a todos os rockers que nos apoiam e acompanham
nossa trajetória. O combustível para que a gente continue
trabalhando são vocês! Valeu!
OPDM - Bom Wall, O Portal Death Mask agradece demais a participação da Aneurose aqui conosco, suas palavras para a galera que tá iniciando na cena são muito coerentes e importantes. Parabéns pelo excelente trabalho and keep thrashing!!
Para conhecerem mais de perto essa galera, só acessarem os links abaixo:
Através da página Mulheres no Metal Brasileiro, nossa parceira aqui do blog, conhecemos a banda de Metal Sinfônico BrightStorm, uma banda com um trabalho próprio e bem coeso, firme em suas convicções e estilo. Conheça um pouco sobre a BrightStorm!
Formada em outubro de 2012 pela vocalista Naimi Stephanie na cidade de São José dos Campos/SP, a BrightStorm iniciou seu projeto com o lançamento de dois singles "Under The Moon" e "Breathing in Death", que fazem parte de seu primeiro trabalho de estúdio, o EP "Past in Flames", lançado em janeiro de 2014.
Em 2016 a banda lançou o single "Vampire" e recentemente o clipe da música "Walk" , ambas presentes em seu debut album entitulado "Through the Gates", com previsão de lançamento para o primeiro semestre de 2017. Amantes do Symphonic e Gothic Metal, fiquem ligados nesse lançamento! Confira a capa abaixo:
A banda BrightStorm é: Naimi Stephanie (Vocal) Odair Salles (Drums) Will Lopes (Guitar) Allan Silveira (bass)
Machine of War – MOW
é uma banda de Thrash Metal do Rio de Janeiro / Baixada Fluminense,
formada em 2013 por Allan Gil.
Com temática agressiva
e explosiva, MOW utiliza das dificuldades do dia a dia nos subúrbios
para, em suas letras e composições, mostrar a guerra urbana vivida
na atualidade.
No formato de power
trio, MOW está reunida em estúdio para a gravação de seu EP,
que deverá ser lançado até Agosto.
Em maio desse ano, a banda lançou seu single, intitulado Fantoches, juntamente com seu primeiro clip. Confira abaixo:
Brvto Amor é uma banda do Rio de Janeiro formada em 2011. Com influências de Hard Rock britânico e Rock brasileiro anos 80 além do Thrash americano, a banda fala sobre temas da atualidade e de fatos cotidianos. Recentemente a Brvto Amor lançou o single "Vida" que está sendo executado em diversas web rádios e está em fase de edição do seu primeiro registro ao vivo, que você já pode conferir um trecho no vídeo abaixo.
Brvto Amor é:
Dark Almeida - Guitarra e vocal
Henrique Fragoso - Baixo e Backing vocal
Leiz Vezu -Bateria
Olá amigos leitores do Portal! Hoje venho falar de uma banda relativamente nova, a Sentenced Soil, banda de São Paulo que eu tive a grata surpresa em conhecer através de um evento ao qual a minha própria banda irá se apresentar. Após ouvir seu som em alguns vídeos, logo me interessei em noticiá-los aqui para a galera que ainda não conhece, ou para os que conhecem e querem prestigiar o trabalho da banda. Vamos bater um papo muito agradável com a Jenny, vocalista da Sentenced Soil.
OPDM - Olá Jenny, conte para nós um pouquinho sobre a Sentenced Soil, quem deu início ás atividades da banda e quando foi?
Antes de mais nada, obrigada Vivi por nos dar esse apoio/oportunidade. É muito gratificante perceber que o nosso som está alcançando patamares maiores, e isso só nos motiva!
Bom, o início da banda foi em Julho de 2010, eu (Jennifer) iniciei o projeto junto com um dos ex-integrantes da banda, onde de início seríamos um Draconian Tribute (até então, éramos os únicos no Brasil a fazer esse trabalho).
Conseguimos coisas bacanas pra banda, o próprio vocalista do Draconian nos deu uma força com as letras que não estavam completas na internet, e também, comentou nossos vídeos reconhecendo nosso trabalho e dizendo se sentir muito grato pela homenagem (algo muito foda para uma banda que, na época, tinha pouco mais de um ano de atividade!).
OPDM – Ultimamente essa pergunta não pode faltar em qualquer entrevista que façamos. Como é levantar a bandeira da música autoral no Brasil, no estilo Doom Metal especialmente?
Então Vivi... as bandas de Doom Metal são verdadeiras guerreiras nesse cenário musical do Brasil! Tanto elas, quanto todas as outras de todos os outros estilos! Fazer som autoral é literalmente quebrar barreiras. Ainda mais agora, com essa crise, as coisas tendem a ficar mais difíceis, porém, não é motivo para desisitir. Jamais. A Sentenced Soil hoje, está mais amadurecida e não colocamos nosso som como "Doom Metal" mais, por mais que isso tenha sido um episódio importante na nossa história e nos tenha ajudado a evoluir muito como músicos. Inclusive, somos gratos por todo o aprendizado que tivemos nesse período e é algo que jamais deixaremos de reconhecer. Porém, nosso som está agressivo/pesado com as partes melódicas que compõem nossa característica, mas não acreditamos mais fazer "Doom". É claro que, ouvimos nossas bandas preferidas (Paradise Lost, Draconian, My Dying Bride e até Amorphis na fase antiga ainda são boas influências) e etc, mas, nosso som não tem esse "Doom", devido ouvirmos também outros estilos. Nosso som representa a nossa verdade, o que curtimos tocar, ouvir, escrever e fazer. Seria muito ruim se pensássemos em limitar a nossa vontade, então, resolvemos exteriorizar, de forma mais amadurecida, as nossas composições. Acredito que vocês vão curtir, o nosso som tem pegada e claro que todo amante do METAL curte esse estilo justamente pelo PESO.
OPDM - Qual é a resposta do público em relação a uma banda no comando de uma frontwoman?
(risos) Ah... tem as piadinhas né? Aquela coisa de fazer show e alguém gritar aqueles elogios que só quem é mulher escuta e etc (risos). Porém, a galera dá uma força tremenda, a receptividade é tão boa que chega a ser muito recompensador todo nosso trabalho e todas as dificuldades que passamos (afinal, só quem é do underground sabe o que é ter banda e manter-se firme!).
Nunca ouvimos coisas desmerecendo nosso trabalho; muito pelo contrário!
A galera chega pra elogiar, pra dizer que curte o que fazemos e que quer logo nosso EP! Isso dá um gás nas composições que você nem faz idéia!
Vamos longe pois estamos trabalhando com muito afinco pra mostrarmos nossa arte pro mundo. Mas não só isso, levaremos pra onde formos todo esse apoio que o público nos dá!
OPDM - Fale um pouco sobre cada um de vocês.
Então, (risos), falar de cada um é uma tarefa difícil! Mas, vamos lá. Resumidamente, é mais ou menos isso: O Airton é o cara centrado que vai dando os toques pra arrumar os arranjos e etc; O Denner é o cara que pega essas infos e vai jogando nos riffs para criação das músicas. Também é um dos caras que pega no pé pra criação das melodias; O Raziel é o baterista que não vê só a sua parte (estudo de bateria), mas ajuda e dá os pitacos para melhor construírmos as músicas, deixá-las mais coerentes. Eu (Jennifer) fico cuidando da parte da organização da casa (merchandising, contato com casas/produtoras, gerenciamento das atividades). Também faço as letras e participo da criação dos arranjos. Temos um novo integrante agora (Caio - baixista), e ele está nos ajudando a melhorar o que já foi criado e também participa das coisas novas que estamos fazendo. Porém, por mais que cada um tenha uma parte funcional importantíssima para o andamento da Sentenced Soil, olhamos pra mesma direção e damos nosso sangue pra fazer disso algo grande e verdadeiro!
Nossa meta é conseguir instigar as pessoas à ouvirem nosso som, conseguirmos tocá-las com a nossa música! E claro, ajudarmos na cena, fortalecer o cenário que as bandas já estão ajudando a criar dignamente! Ainda há muito pra fazer, mas vamos chegar lá, afinal, "o milagre não vem até você" (trecho de uma música do Project 46 - Se Quiser).
OPDM - Como funciona o processo de produção da banda? Normalmente de quem são as ideias para as composições?
Olha, isso depende muito. Às vezes numa jam já rola metade de uma música, às vezes vem a letra primeiro e depois rola a melodia, isso depende.
A parte instrumental fica a cargo dos meninos, eu contribuo mais com as letras.
OPDM - Quais são os planos futuros da banda?
Expandir, expandir, expandir! (risos) Ah, estamos correndo atrás de patrocínio, parcerias, etc. O processo de gravação do nosso Ep "Bitter Lands" está num ritmo bacana, então acreditamos que por volta de Março/2016 já teremos as músicas prontas pra divulgação. E claro, queremos fazer shows por aí, levar nossa música pra esse Brasil (e fora dele também, por quê não?), fazer a galera banguear e agitar conosco!
Eu vivo com esses e-mails abertos no celular, então assim que as pessoas mandam as mensagens eu respondo na hora.
OPDM - Suas considerações finais.
Bom, queria aproveitar mais uma vez para agradecer essa chance de mostrar um pouco do que a Sentenced Soil é. Estamos na batalha do Underground e tivemos experiências únicas. A cena está aí, é preciso união da galera e que as pessoas não se intimidem de ir em shows de bandas autorais. Apoiem, comprem os cds, camisetas, acompanhem o trabalho das bandas pelas mídias digitais! Da galera que nos acompanha temos só que agradecer, a reciprocidade é muito bacana! Desde o começo sempre deram o maior apoio, e agora as pessoas sempre perguntam sobre o Ep e etc!!
MUITO OBRIGADA!!!
E tem mais coisas vindo por aí, as novidades sempre são postadas nas nossas mídias, logo logo tem coisa por lá!
Mais uma vez obrigada, e estamos juntos no corre! "
Eu que agradeço a sua disponibilidade de estar conversando e contando um pouco sobre seu trabalho aqui no Portal. Amigos, esse foi o Sentenced Soil, espero que curtam a matéria e o som deles que está ai abaixo, enjoy!! Até a próxima \,,/
Fala galera que acompanha O Portal Death Mask e suas matérias sobre o Underground brasileiro! Hoje venho trazer uma banda que esteve na história da cena carioca e que após um longo hiato, retorna aos palcos com toda a garra. Vamos conversar com a NightchildreN (clique aqui para ver a página da banda).
Olá banda, espero que curtam nosso papo e sem mais demora, vamos ao que interessa!
OPDM – Mônica, sabemos que a NightchildreN
nasceu em 2003. Conta pra nós um pouquinho dessa história, quem deu a ideia do
início desse projeto?
Mônica: A ideia inicial
partiu de mim e do Paulo, queríamos fazer uma banda que tivesse elementos
sombrios, melancólicos e pesado. E que neste projeto pudéssemos expressar
nossos sentimentos e influências musicais. Corremos atrás de integrantes para
fazerem parte da banda. Paulo e eu já tínhamos muitas coisas compostas e então
passamos o som pra o restante dos músicos, entramos no estúdio e ensaiamos
durante uns 7 ou 8 meses direto e daí partimos para a cena e fizemos centenas
de shows no circuito underground.
OPDM – Paulo, é possível perceber de maneira
muito clara as influências na musicalidade da Nightchildren. Ali passeiam o
Gothic, o Doom e o Black Metal, porém ainda existem elementos de outros estilos
dentro das suas composições. Como vocês se intitulam? Se um fã perguntar hoje
qual o estilo da NightchildreN, qual seria a resposta correta?
Paulo:Na verdade um
estilo pré-definido não existe na banda e eu sempre deixei isso bem claro para
todos...temos realmente influências de tudo isso que você citou, porem nunca me
preocupei em assumir um rótulo especifico. Sempre me preocupei em fazer a
música que vinha em minha mente, e como eu ouço inúmeros estilo de Rock entre
outros estilo de música fica muito difícil de fazer algo único. Tenho uma
bagagem musical muito vasta e se sentir que devo incluir qualquer "estilo'
nas músicas e se ficar bom e agradar primeiramente a nós mesmos da banda com
certeza farei sem nenhuma preocupação.
OPDM – André, para vocês, como é levantar a
bandeira da música autoral no Brasil?
André: Trabalhoso,
mas ao mesmo tempo recompensador fazer o som que se acredita, não se importando
com modismos e padrões!!!
OPDM – Mônica, a Nightchildren tem dois vocais,
assim como a maioria das bandas de Gothic Metal dos anos 90 em diante,
influenciadas pelo Theatre of Tragedy e seu Metal “A Bela e a Fera”, que era o
termo dado a quem utilizava o recurso dos vocais líricos femininos e guturais
masculinos. Essa leva de bandas dos anos 90 influenciaram vocês? Vocês se espelham
em alguma banda ou vocalista?
Mônica: Sim, com
certeza. As bandas que mais me inspiraram e me inspiram foram o Theatre of
Tragedy, Lacrimosa, The Gathering e Tristania. Sempre me atraiu a singularidade
vocal destas vocalistas. Eu procuro alcançar a minha própria singularidade
vocal, minha própria personalidade, ao invés de tentar imitar qualquer uma.
Quando escutamos a Liv Cristine, a Anneke, a Dolores(Cranberries) e a Anne
Nurmi, sabemos de cara quem são, pois é único. É isso que almejo conseguir. No
entanto, as influências da banda não vieram apenas de bandas com dois vocalistas,
nos inspiramos também em Opera IX, My Dying Bride...
OPDM – Paulo, como funciona o processo de
produção da banda? Normalmente de quem são as ideias para as composições?
Paulo:A maioria das
letras eu escrevo junto com a Mônica, nós sempre mostramos partes de nossas
ideias a agimos em comum acordo, mas sempre respeitando o espaço de cada
um...as música na maioria são compostas por mim e as melodias são feitas pela
Mônica, tendo música e melodias semi-prontas, passamos para o restante da banda
e eles opinam e entram com a parte e influências pessoais de cada um, existindo
sempre respeito e espaço para cada um expor suas ideias e arranjos.
OPDM–Todos: Todas as bandas tem fatos inusitados que
acontecem de forma inesperada... A NightchildreN tem alguma história bizarra de
show, ensaio, etc.? Contem para nós.
Paulo:kkkk Temos
centenas de histórias bizarras e loucas...mas a maioria tenho que deixar em
OFF. Mas um fato que a gente achava legal era que sempre que a gente fazia
shows chegava alguém perto de nós e falava que tinha algo "estranho"
quando a gente estava no palco, algo tipo, as coisas no ar ficavam muito
cinzentas e carregadas, algo estranho e sombrio. Este relato quase sempre era
contado por pessoas diferentes e em locais diferentes...e nós mesmos não
sabíamos o que seria... talvez porque nosso CD tenha várias passagens
subliminares... mas isso é outro papo.
OPDM – Mônica, quais são os planos futuros da
banda?
Mônica:No momento
estamos compondo músicas novas, pois queremos gravar um CD prensado para
divulgação do trabalho. Também estamos preparando um vídeo clipe e fotos
oficiais para divulgação. Aguardem pois uma grande surpresa está por vir,
iremos mesclar algo muito inusitado em nossas novas músicas!
OPDM – André, você é o membro mais recente da
banda e após a sua entrada, os convites para eventos com certeza devem estar
surgindo com mais frequência. Como contratar a banda para shows?
André: Está a maior
correria, mas é bom, pois só se melhora de apresentação em apresentação. Pra
contratar shows, é só falar com o Paulo, e aí ele manda as coordenadas! rsrs
OPDM – Considerações finais.
Paulo:Quero em nome de
todos da NTCN agradecer ao blog O Portal Death Mask pela força e apoio e a todos os amantes
fiéis do verdadeiro underground, E Àqueles que fazem deste estilo suas vidas e
que nunca desistam de seus verdadeiros objetivos e acreditem em si próprios. Nada
e nem ninguém podem dizer do que vocês são ou não capazes de fazer!!!! METAL
RULES!!!
A galera que quiser conhecer melhor o trabalho dessa ótima banda, pode acessar os links abaixo:
Fala bangers do O Portal Death Mask, hoje teremos uma matéria super interessante com uma nova banda que promete um futuro muito promissor. Braves Face the Devil (Clique aqui para ir para a página da banda) é uma banda de Stoner Metal cearense de Fortaleza, formada em Janeiro de 2015. Recentemente lançaram "Black Wolf", sua primeira Demo com quatro músicas onde segue segundo sua página no Facebook, uma temática de guerras e conquistas interestelares entre civilizações e nações. Vamos falar um pouco com a galera da banda: OPD - Olá Braves Face the Devil, é uma satisfação tê-los aqui conosco. Conte-nos um pouco sobre seu início e sobre essa temática abordada em suas composições? A banda foi criada quando o baixista Hewerson Freitas decidiu aproveitar as músicas que o vocalista e guitarrista Adriano Alves já tinha criado, que foram Born To Fight e I'm The Executioner. O guitarrista Adriano não tinha a intenção de fazer uma banda e sim apenas compartilhar um som diferente que ele gostaria de ouvir. E que outras pessoas poderiam gostar. Após uma conversa um dos bateristas mais conhecidos da cena, Bosco Lacerda decidiu fechar o time conosco e assim começarmos à produzir as músicas em nosso home estúdio. A escolha desse tema de ficção veio por gostarmos muito de filmes do gênero, jogos, pesquisas e fatos ocorridos sobre esse tema. Que veio a calhar no Stoner. OPD - Como é fazer Stoner Metal autoral hoje diante das dificuldades que a cena metálica vem enfrentando? Em nosso caso temos uma dupla dificuldade onde fazemos Stoner em uma cidade que esse estilo entre os rockers e bangers não é tão difundido. Onde ainda temos que enfrentar as dificuldades rotineiras da cena do Heavy Metal no Brasil foi exatamente por isso que surgiu o nome da banda Corajosos Enfrentam o Diabo, onde significa que temos que ter justamente coragem pra enfrentar todos esses problemas, uma forma de driblar isto utilizamos atualmente marketing digital da banda através das redes sociais. OPD - Como foi a experiência da gravação da sua primeira Demo? Vocês alcançaram o objetivo esperado com esse registro? Gravar nossa demo foi a primeira conquista da BFTD onde estávamos buscando um trabalho com qualidade profissional dentro de nossas limitações como produtores já que nosso home estúdio ainda é muito básico, como alguns amigos nossos falam "vocês tiraram leite de pedra.". Não atingimos o nosso objetivo o qual seria que esse trabalho nos proporcione um alicerce para o primeiro álbum ser lançado pois precisamos de muito apoio para isso, mas nós estamos conquistando isso aos poucos e vitórias importantes como a primeira resenha pelo blog Metal Nerd e recentemente pela revista Roadie Crew e agora essa entrevista com vocês nos faz acreditar que estamos cada veis mais perto de alcançar nossa meta. OPD - Ainda falando da Demo Black Wolf, vocês a estão disponibilizando para download. Nesses pouco tempo do lançamento, como tem sido a receptividade do público com o material? O lançamento da demo unicamente em mídia digital está nos proporcionando uma grande felicidade, pois em apenas 15 dias alcançamos a marca de 100 downloads e esse número só tem crescido desde então. Temos fãs divulgando nossa demo em redes sociais como Facebook, Youtube, canais do gênero, web rádios, parceiros, coletâneas e afins. Varias criticas positivas vem aparecendo sobre nosso trabalho tanto por brasileiros quanto por gringos. OPD - Vocês como uma banda relativamente recente, o que tem a dizer para essa galera que, como a Braves Face the Devil está começando um projeto? Bem o primeiro conselho é produzir cada música com raça, sangue e ter paciência pois independentemente do gênero produzir é algo que tem que ser feito com cuidado. Além de apenas se importar com o trabalho musical, mas é importante estudar a cena como um todo, buscar contatos, apoiar a cena local e ter a consciência que ter uma banda é a mesma coisa que ter uma empresa onde muito dinheiro deve ser investido. Respeite sempre o seu público! Aceite criticas, sejam elas positivas ou construtivas, e não se abale com criticas destrutivas elas sempre vão existir. Acredite sempre que os sonhos e objetivos podem se tornar realidade.
OPD - Agradeço mais uma vez a participação de vocês aqui no O Portal Death Mask, desejando muito boa sorte na carreira da banda e que vocês obtenham cada vez mais o reconhecimento merecido. Fiquem com o som de Black Wolf:
Braves Face the Devil é: Adriano Alves (Guitarra e voz) Hewerson Freitas (Baixo) Bosco Lacerda (Bateria)