segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Chuvas no estado do Rio vitimam guitarrista do Warlock

Alexandre França, um dos guitarristas pioneiros do Metal carioca, músico da banda de Metal/Hard Rock WARLOCK, foi uma das vítimas fatais da catástrofe que atingiu a região serrana do Rio de Janeiro. França, sua esposa e filho, mais outras 13 pessoas sucumbiram quando as intensas chuvas provocaram estragos catastróficos na semana passada na cidade de Itaipava, próxima a Petrópolis/RJ. 

As bandas Warlock e Metalmorphose participaram ativamente da fase inicial do Heavy Metal carioca se apresentando juntas em vários shows

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Torture Squad: anunciado novo guitarrista do grupo

Conforme nota divulgada no Torturesquad.net, Rafael Augusto Lopes não é mais membro da banda. O escolhido para ocupar o seu lugar é o guitarrista, professor e produtor musical André Evaristo, conhecido na cena metal por seu trabalho com as bandas Sounder, Magister e Invisible Order.
Rafael comenta: “Infelizmente, nosso tempo é finito e eu optei por investir meu tempo em outras atividades que não poderiam co-existir com a vida de músico na estrada. Quero produzir mais, compor mais, expandir meus trabalhos e precisava do tempo que estava sendo investido em turnês. Então, tomei essa decisão”.
Segundo a banda: "A escolha é sempre difícil, mas André, além de ser um excelente guitarrista, entrou para a banda e já está mostrando uma grande determinação, compondo e dando o seu máximo para a nossa música. Estamos muito felizes e, com certeza, a escolha foi mais do que certa".
TORTURE SQUAD também anunciou que a "Æquilibrium Tour 2010/2011" continuará como planejada, inclusive com outras novidades a serem lançadas em breve.
O restante da reportagem pode ser conferida no:
http://torturesquad.net/home.php
Fonte desta matéria: TortureSquad.net

 

Tarja Turunen: vocalista se apresentará no Brasil em março

A produtora Top Link Music (www.toplinkmusic.com) anunciou que a vocalista Tarja Turunen, ex-integrante do NIGHTWISH, fará uma turnê pela América do Sul. As datas em território brasileiro são:
12 DE MARÇO - SÃO PAULO - HSBC BRASIL - www.hsbcbrasil.com.br
13 DE MARÇO - RIO DE JANEIRO - FUNDIÇÃO PROGRESSO - www.fundicaoprogresso.com.br
Mais informações serão divulgadas em breve.
Press-release: Brasil Music Press

 

Dr.Sin: nova data de show com a Banda Sinfônica de SP

DR.SIN anuncia oficialmente uma nova data com a Banda Sinfônica do Estado de São Paulo. A primeira edição do evento "Rock Sinfônica" aconteceu na Sala São Paulo, no dia 14/11/2010, e teve sucesso de público. Na ocasião, o repertório era constituído porclássicos  do Rock, incluindo bandas de peso, como BLACK SABBATH, QUEEN, JIMI HENDRIX, RAMONES, THE WHO, entre outros.
O próximo show acontecerá no dia 25/01, no mesmo local. Segundo o site Ingresso Rápido, o evento está praticamente lotado. Os interessados devem adquirir os ingressos no link:
http://ingressorapido.com.br/evento.aspx?ID=13340


O melhor e o pior dos rockstars em filmes

O site Gigwise elaborou uma curiosa lista de participações de astros do rock em filmes. Ignorando os papéis medianos, a lista se concentra apenas nas melhores e piores atuações.

Bom: Jon Bon Jovi – A Corrente do Bem - Não é um ótimo filme, mas o roqueiro com cabelo de poodle certamente não está terrível (diferentemente de seu desempenho em U571 - A Batalha do Atlântico). Em um elenco que inclui o anglófilo Kevin Spacey e o garoto-prodígio Haley Joel Osment, Bon Jovi mais do que dá conta do recado como Ricky, bêbado que batia na mulher.

Ruim: Sting – Quadrophenia - Há dois problemas consideráveis com a atuação de Sting como Ace Face, o super-cool ícone da moda; primeiro, ele contracena com o maravilhoso Phil Daniels, portanto qualquer fraqueza é aumentada dez vezes pela performance impecável de Daniels. Segundo, ele faz um super-cool ícone da moda quando, na verdade, é famoso por cantar sobre perseguir pessoas. Dá pra sentir o problema.

Bom: Keith Richards – Piratas do Caribe - O encrenqueiro do Rolling Stones passeia de forma meditativa pelo papel de pai de Jack Sparrow. Johnny Depp baseou sua caracterização de Sparrow no guitarrista no auge de seu vício em drogas e depois de uma performance um tanto reservada de Richards, parece que Depp representa mais o antigo Richards do que Richards representa a si mesmo.

 

Bom: Alice Cooper – Quanto mais Idiota Melhor - O desempenho de Cooper como ele mesmo na comédia de 1992 deu origem a uma das falas mais memoráveis do início dos anos 90. Estamos nos referindo à cena na qual Wayne e Garth se ajoelham e curvam em reverência ao lendário astro do rock, dizendo “We are not worthy” [Não merecemos]. E por isso ele realmente merece entrar na lista.

Ruim: Mick Jagger – Ned Kelly (versão de 1970) - Mick Jagger como um fora-da-lei. Acredita? É realmente um esforço de dar dó com o único ponto positivo sendo ‘Brown Sugar’, que Jagger compôs durante as filmagens.

Ruim: Steven Tyler – O Outro Nome do Jogo - Tyler representa a si mesmo neste filme verdadeiramente chocante. Reforçamos o fato de que não há nada bom neste esforço fracassado de recriar o sucesso de "O Nome do Jogo". Aposto que Liv poderia ensinar umas coisinhas a seu velho pai.

Bom: Jack White – Cold Mountain - O sempre excêntrico White tem uma atuação bastante convincente como Georgia no filme vencedor do Oscar de Anthony Minghella. Além de ter contribuído com uma trilha sonora adequada, ele também fez maravilhas para a publicidade do filme ao se envolver com a colega de elenco Renée Zellweger. Pensando bem, White não é um estranho no mundo da atuação, pois ele e Meg ainda fingem que são 'irmãos'.

Ruim: Billy Idol – The Doors - Idol leva seu estilo peculiar de atuação ao papel do amigo de Jim Morrison, Cat. Fazer caretas e resmungar como um adolescente mimado realmente é peculiar, mas isso nem sempre significa sensato. Não foi uma boa decisão de elenco.

Bom: David Bowie – Labirinto - A Magia do Tempo - Usando uma enorme peruca loira, Bowie representa o rei Goblin neste 'clássico' dos anos 80. Parece terrível, não? Mas Ziggy Stardust se supera em seu papel como Jareth e, sozinho, faz este filme de fantasia chamar a atenção de pessoas de todas as idades.

Ruim: David Bowie – O Grande Truque - Bowie faz o inventor Nikola Tesla neste filme interessante de mágicos sobre uma rivalidade intensa. Em uma obra-prima tão verdadeira, fiquei pasmo com a escolha de David Bowie para o elenco, pois sua tentativa de sotaque sérvio é simplesmente irritante. Que vergonha.

Bom: Courtney Love – O Povo vs. Larry Flynt - Indicada para um Globo de Ouro por seu desempenho convincente como Althea Leasure Flynt, a esposa quebradora de tabus do infame dono de um clube de strip tease que virou editor pornô. Apesar de todas as suas mancadas, Love prova que consegue atuar de verdade. Muito impressionante.

Apocalyptica: nota de esclarecimento sobre o caso Rammstein

A banda finlandesa APOCALYPTICA soltou uma nota de esclarecimento sobre o relatório publicado recentemente, que indicava que a banda teria que pagar 45 mil euros aos alemães do RAMMSTEIN.
A ação foi movida contra o quarteto de cordas finlandês devido à campanha publicitária do disco de 2007 do APOCALYPTICA, "Worlds Collide", que vinha com um adesivo na capa indicando a participação doRAMMSTEIN. A banda finladesa foi acusada pelo tribunal de Berlim por uso indevido de marca.
A declaração oficial dada pelo APOCALYPTICA foi:
A manchete divulgada (onde diz que o Apocalyptica foi forçado a pagar uma indenização para o Rammstein) está substancialmente incorreta: ninguém da banda, ou de nossa administração, está ou esteve envolvida nesse processo. No entanto, as partes envolvidas são a banda RAMMSTEIN e a Sony Music, sucessora do extinto grupo GUN Records.
O APOCALYPTICA e seu gerente, Halbe Miete, lamentaram o ocorrido, mas disseram que não tiveram qualquer influência sobre a violação da marca e direitos de nome, e nem em qualquer parte que seja resultado de acordos.
É verdade que a GUN Records publicou anúncios com o apoio declarado, desconsiderando os acordos existentes, bem como a banda RAMMSTEIN, que entrou com a ação contra a Sony Music posteriormente. Além disso, houve acordo entre RAMMSTEIN e Sony Music, mas os detalhes, no entanto, são desconhecidos para o Apocalyptica. Nós solicitamos que outros artigos sobre o tema reproduzam corretamente os fatos.
Outra notícia ruim para o Apocalyptica foi o cancelamento da turnê pelos EUA e parte da Europa, por conta de problemas de saúde do membro da banda, Perttu Kivilaaskso. As datas europeias foram reagendadas.
A matéria completa pode ser lida (em inglês) no site abaixo.
http://www.roadrunnerrecords.com/blabbermouth.net/news.aspx?mode=Article&newsite...

Beneath the Surface – Holiness

Em um cenário extremamente competitivo, são poucas as bandas que conseguem despontar de maneira sólida em nosso cenário underground. Com o álbum independente “Beneath the Surface”, os gaúchos da HOLINESS vão à contramão de todas as expectativas mais pessimistas. A banda, que mescla influências do metal melódico e do hard rock à sua proposta mais tradicional, mostra competência e desenvoltura para se inserir rapidamente entre os principais nomes do metal nacional.

Com apenas dois anos de carreira, Stéfanie Schirmbeck (vocal), Fabrício Reis (guitarra), Luciano Dorneles (guitarra), Hércules Moreira (baixo) e Cristiano Reis (bateria) conseguiram consolidar um repertório próprio, bastante consistente, antes de entrar em estúdio. De um lado, a produção renomada de Aquiles Priester (HANGAR) e a mixagem e a masterização assinadas por Tommy Newton (HELLOWEEN e KAMELOT) deram um nível excepcional a “Beneath the Surface”. De outro, a banda apresenta uma série de composições de personalidade e de impacto, com influências que não se prendem a nenhuma fórmula rígida ou pré-fabricada.
Entre as características próprias da banda, os riffs de guitarra se mostram extremamente densos e pesados, sinalizando para um distanciamento do senso comum encontrado em meio às bandas europeias, exclusivamente de metal melódico. As outras influências do grupo, que ainda passeiam pelo metal gótico e, sobretudo, pelo hard rock, não fazem de “Beneath the Surface” um disco cansativo. Pelo contrário: o repertório do álbum evidencia a essência mais criativa do quinteto em cerca de quarenta minutos de música.
Depois da curta abertura “Rise”, o ‘debut’ dos gaúchos de Erechim mostra uma sequência destruidora e incomparável. De um lado, “The Truth” mostra eficiência através das suas guitarras pesadas e intensas, sem se aproximar das características mais atmosféricas do gótico. De outro, “What I Want” contém uma dose extra de melodia e velocidade, que se contrapõe ao conceito da faixa anterior – mas sem abrir mão das guitarras agressivas. O vocal de Stéfanie Schirmbeck é definitivamente a marca da HOLINESS – a cantora não abusa de agudos ou do estilo mais clássico de TARJA TURUNEN –, pois ela possui um estilo muito próprio e adequado para a proposta musical do grupo.
As cadenciadas “Higher” e “Waiting For a Change” mostram a versatilidade da banda em compor baladas. As duas faixas, que não abusam de climas atmosféricos ou emotivos, unem as citadas influências do hard rock ao que a banda possui de maior destaque em todo “Beneath the Surface” – as guitarras pesadas. No entanto, “Waitinf For a Change” se sobressai à anterior pelo refrão de qualidade acima da média. Na sequência, “Take Me Closer” é um heavy metal extremamente agressivo e se contrapõe às suas antecessoras. Embora a música não possua tanto brilho como as demais, as influências progressivas são revistas em “Mine”, que conta com um refrão marcante e ótimas melodias – outro destaque à parte.
Com a participação do tecladista convidado Fábio Laguna (HANGAR), a HOLINESS, da metade para o fim de “Beneath the Surface”, evidencia uma aproximação mais íntima com as referências do metal progressivo. A faixa ”Breath Time” possui ótimas quebradas de guitarra e os riffs intensos dão à composição uma mistura interessante, entre o estilo e agressividade mais crua. Por fim, o cover inusitado (para uma banda metálica) de “Uninvited” (ALANIS MORISSETTE) mostra como o quinteto gaúcho é capaz de reconstruir composições aparentemente distintas com a sua marca própria – os riffs pesados e um solo de guitarra.
Não há nenhum exagero em afirmar: a HOLINESS é uma das principais revelações do underground brasileiro em 2010. “Beneath the Surface” possui um repertório praticamente impecável e com muito brilho em sua apresentação (mixagem/masterização). A voz de Stéfanie Schirmbeck, frente às guitarras pesadas do quinteto gaúcho, compõe o diferencial do grupo em comparação aos demais nomes do gênero. Certamente, um segundo álbum como esse e uma sequência de shows pelo país darão visibilidade e reconhecimento a essa surpresa recente do cenário metálico brasileiro.

Krisiun: banda anuncia apresentações na Europa

O KRISIUN  acabam de anunciar, pelo Twitter  oficial, que foram confirmados para o MetalFest Open Air na Alemanha, Áustria e Suíça. Os shows acontecerão no fim de maio, início do verão europeu.
Até agora, bandas como BELPHEGOR, DESTRUCTION, SODOM, RAGE, WATAIN, SAXON, ARCH ENEMY, AMON AMARTH e várias outras estão confirmadas no festival. No ano passado, o SEPULTURA foi o representante brasileiro no evento.
Fonte desta matéria: Rádio WebRoots


segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Banda deCifra me anuncia a divulgação de nova música

Em entrevista ao nosso blog, Vivi Alves, vocalista da banda deCifra me falou sobre o lançamento do EP da banda – The Death Mask – que estaria próximo. Em contato novamente com a banda, conseguimos uma novidade: A banda disponibilizará esse sábado (25/12/2010) uma das músicas do EP em seu site e myspace para divulgação.

 Nimue tx-  Estamos ansiosos! O que podemos esperar dessa nova fase da banda?

Vivi Alves – Vocês vão se surpreender muito... rsrsrsrs

Nimue tx – Então, podemos saber quais as novidades?

Vivi Alves – A novidade é que fizemos uma versão de um clássico do ano de 1964, do grupo The Shangri –las. A música chama-se The Leader of the Pack.

Nimue tx – Nossa, mas o que fez despertar essa idéia tão diferente de regravar algo tão antigo?

Vivi Alves – A idéia foi do Allan, como sempre! Rsrsrs
Ele conta que certo dia estava assistindo ao filme Happy Feet com o filho, e ouviu a música, que é um dos temas do desenho. Ficou impressionado e procurou mais versões, já que no filme a música não toca na íntegra. Descobriu a versão original e também uma outra, com a banda Twisted Sister. Então, logo ele correu, pegou papel e caneta, fez suas anotações e nos passou. E assim surgiu mais uma versão para The Leader of the Pack.

 Nimue tx-  E qual a proposta desse novo som para a banda? 

 Vivi Alves - A proposta é mostrar o lado mais clássico que se esconde atrás do peso do Heavy Metal.

Nimue tx - Curioso, isso indica uma nova forma de se comunicar com públicos diferentes?
 
Vivi Alves-   Sim. Hoje em dia o Metal atinge muitas vertentes e abrange muitos estilos, e o clássico é um deles. Então, por que não manter uma boa comunicação com todos?

Nimue tx - Claro que sim, mas como acha que os fans reagirão ?

Vivi Alves  - Acredito que não vamos ter problemas quanto à isso. Nossa realidade hoje é o Metal Sinfônico, e, assim como outras diversas bandas do estilo, usamos o clássico e erudito como base.


 Nimue tx -  Qual  foi a influencia para a regravar Shangri-las??

Vivi Alves -  Nesse caso, não chegou a ser uma influência. Foi a oportunidade de fazer algo diferenciado e mostrar algo que não havíamos mostrado antes.

 Nimue tx  - E pretendem fazer outras regravações?

Vivi Alves  - Por hora não. Tocamos versões em nossos shows, mas para regravar, ainda não temos essa pretensão.

Nimue tx - A música estará disponível para o público á partir desse sábado, dia 25/12/2010 nos seguintes endereços da banda:







quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Seventh Seal: abertura do show de Blaze Bayley em São Paulo

A banda Seventh Seal fará a abertura do show do ex vocalista do IRON MAIDEN, Blaze Bayley, no dia 21 de janeiro de 2011 no Blackmore Rock Bar  em São Paulo. Esta será a última apresentação da turnê comemorativa de 15 anos de estrada, "15 Years Insanitour" que passou por paises da Europa além de diversas cidades brasileiras.
Este show terá a estréia do baterista Matheus Marques que foi escolhido entre diversos bateristas que fizeram os testes para entrar na banda. No repertório estarão musicas dos álbuns "Premonition" (Megahard Records-2001) e do último trabalho, "Days of Insanity", (Hellion Records-2007), além de algumas surpresas.

Lendas vivas brasileiras: entrevista com o Chakal

O nome da banda dispensa apresentações, pois são os pioneiros do Thrash Metal no Brasil. Em uma época em que a maioria das bandas de Minas Gerais e mesmo do Brasil faziam Death Metal, o CHAKAL já estava no caminho do Thrash desde a coletânea Warfare Noise, de 1986, onde compareceram com 2 faixas matadoras, as hoje clássicas ‘Cursed Cross’ e ‘Mr. Jesus Christ’, esta última presente novamente em seu primeiro CD, ‘Abominable Anno Domini’, de 1987.
De lá para cá, são mais de 25 anos de muitas lutas, mudanças de formação, vários discos lançados, e sucesso no underground, culminando em uma apresentação meteórica em Cochabamba, na Bolívia, onde a banda foi recebida como verdadeiros heróis, o que de fato são, pois nenhuma banda dura tanto tempo sem ter persistência de aço e vontade de titânio.
Aproveitando esta bem sucedida apresentação, fora os boatos sobre um novo disco da banda, o Whiplash! foi lá bater um papo com Wiz, o técnico baterista do CHAKAL.
Bem, por mais que a banda seja lendária, tem muitos fãs mais jovens que conhecem bem poucosua história. Comentem um pouco sobre ela, de quando começaram das dificuldades, dos discos, enfim, um pouco de tudo o que o CHAKAL fez nesses anos todos.
Wiz: O Chakal foi formado em meados de 1985, como 1ª experiência participamos do Metal BH 2, depois gravamos uma demo tape e fomos convidados a participar da 1ª edição da ‘Warfare Noise’ que foi uma coletânea lançada pela Cogumelo no intuito de fazer um teste para ver se as 4 bandas estavam aptas a lançar um LP individual. Depois disso lançamos outros trabalhos e consolidamos nosso nome na cena que explodiu em MG e no Brasil durante a década de 80 e 90. Atualmente estamos nos preparando para lançar um novo trabalho e fazendo alguns shows pelo Brasil e exterior.
Vocês estavam lá quando a cena mineira pôs o Metal Nacional no cenário mundial, fizeram parte dessa história toda. Qual o maior sentimento de vocês em relação a isso? Qual o maior arrependimento e maior realização da banda?
Wiz: Não sou muito saudosista, mas seria até irresponsabilidade de minha parte não reconhecer a importância histórica que Belo Horizonte teve no fim dos anos 80. Talvez por ter participado diretamente de tudo isso eu tenha um olhar diferenciado da coisa toda, mas é impressionante como até hoje a gente encontra pessoas que falam ‘nossa eu comecei a gostar de Metal por causa de vocês’. Acho que esse reconhecimento é a coisa mais importante que a gente pode esperar. Só tenho arrependimentos pessoais nada com respeito à banda, a maior realização acredito que é nossa discografia e alguns shows que vão ficar na memória para sempre.
De sua geração, o CHAKAL sempre foi a banda mais diferenciada, buscando usar da técnica e mesmo melodias bem armadas, estruturas musicais bem incomuns para sua época, onde imperava a crueza e simplicidade. E isso em 1986, antes das bandas de então, tanto daqui quanto de fora, evoluírem musicalmente. Indo a fundo, o que diferenciaria vocês, naquela época, dos outros músicos de MG, para terem esta particularidade?
Wiz: Acho que uma coisa que nunca tentamos foi ser a banda mais rápida ou mais barulhenta ou mais técnica, estas coisas acabaram acontecendo naturalmente e em doses certas, com isso acabamos sendo uma banda rápida, barulhenta e técnica, isso reflete em nossos trabalhos com músicas que vão pendendo para um ou outro lado. Outro ponto que vale destacar é a influência individual de cada um que acaba mesclando muito o som da banda sem descaracterizá-lo.
Vindo mais para frente, uma curiosidade que muitos fãs possuem, e poucos sabem: o que levou Korg a deixar a banda e ir montar o THE MIST? E como foi gravar o ‘The Man is His Own Jackal’ sem ele, já que são amigos há tantos anos?
Wiz: Sabe que a saída dele foi uma coisa que foi acontecendo, pra dizer a verdade eu não consigo falar um motivo. Eu e ele somos irmãos, mas sempre consegui não misturar estas coisas, tive mais problemas com a saída do Pepeu tanto que fiquei vários anos sem conversar com ele.
Quanto a gravar o ‘The Man...’, tivemos alguns problemas, mas nada que tivesse alguma ligação com o Korg.
Os anos 90 foram bem cruéis com todas as bandas do Metal nacional das antigas, tanto que muitos de vocês deram uma parada forçada. O que levou a banda a dar esta parada? E como foi que surgiu a volta de vocês, com Korg mais uma vez nos vocais?
Wiz: Estávamos tendo problemas de relacionamento na banda, nada pessoal só problemas musicais e de falta de interesse, mas acho que isso estava acontecendo com todo mundo os shows estavam ficando escassos e vazios e a maioria das bandas estavam mais afim de misturar metal com baião e samba etc.
Outro destaque forte da banda, em todos os seus discos, são as letras, pois todos trazem temas politizados como em ‘May Not the Mankind Suffer’, homenagens a Jason em ‘Jason Lives’, alguns temas que remetem diretamente aos trabalhos de John Carpenter, e mesmo ironias como ‘Santa Claus has Got Skin Cancer’, se contrapondo aos temas satanistas repetitivos de então, e mesmo sendo uma referência para outras bandas. Vendo tudo isso, de onde sai tanta inspiração? Algum de vocês é viciado em livros e filmes de terror, ficção e do fantástico literário?
Wiz: Existe uma grande diferença entre as composições da época do Korg com os outros trabalhos, no ‘The Man...’ e o Death is a Lonely...’, as letras são mais para o humor negro e a maioria foi escrita por um amigo nosso (Eduardo Gordo), junto com o Laranja, algumas letras eu dava a idéia básica assim como o título dos dois LPs. Acho que todos somos viciados com filmes de ficção e terror, mas eu o Korg sempre fomos grandes leitores desde criança. Com certeza isso influencia diretamente nos temas do Chakal.
Vindo mais para o presente: a banda tocou a pouco tempo na Bolívia, em Cochabamba, o que tem se tornado algo corriqueiro agora, pois várias bandas brasileiras estão indo por este caminho. Falem um pouco sobre esta experiência. Como foi a recepção do público de lá? Há planos para mais shows em outros países? E uma curiosidade: vocês chegaram a sofrer com a altitude do país, já que a cidade fica a 2560 metros em relação ao nível do mar?
Wiz: A recepção foi incrível, com faixas da banda no aeroporto, muitas fotos e depois uma tarde de autógrafos bastante movimentada. E sim, existem alguns contatos para shows em outros países, mas por enquanto estamos só nas negociações. Cochabamba fica a 2.800 metros então não é tão problemático o efeito da altitude, as vezes você sente um pouco de falta de ar se subir uma escada muito rápido ou precisar correr, mas não é nada muito agressivo. O show foi muito bom e muito bem organizado e fizemos muitos amigos por lá, se tudo der certo ano que vem voltaremos.
Falando sobre o som de vocês mais uma vez, a evolução, sem perder a essência de seu estilo, é uma de suas marcas registradas do CHAKAL, mais uma vez se contrapondo a muitos de seus contemporâneos. Da ‘Warfare Noise I’ até hoje, é possível constatar que a banda é a mesma, apesar de evoluída em todos os aspectos. O que podemos esperar no próximo disco de vocês? Podem nos adiantar algo?
Wiz: Estamos tocando algumas músicas novas no show e a galera está curtindo como se já conhecesse a música, isto é muito gratificante, pois eu entendo que a maioria das bandas sofre para colocar coisas novas no meio do repertório e conosco está acontecendo até o contrário. Alguns fãs perguntam depois se o novo trabalho vai seguir a linha das músicas novas. Sobre o novo trabalho, eu sempre penso que o trabalho novo é uma mescla de tudo que já fizemos então tem coisas de todos os nossos trabalhos antigos e mais algumas coisas que vamos adicionando com nossa experiência do passar dos anos, o que não fazemos nunca é seguir modinhas.
E por falar nele, quando é que ele chega? Os fãs já estão ansiosos!!!
Wiz: Ainda não temos uma data, como disse estamos fazendo o caminho inverso testando as músicas ao vivo para depois gravar. O CHAKAL espera ver todos vocês na estrada em 2011!



Rhevan e Mellinne: parceria para gravação de música

A banda de Gothic Metal MELLINNE anuncia a participação da vocalista Daniele Navarro, da banda sul matogrossense RHEVAN, na gravação da música Falling, que em breve estará disponível para audição. 

Emerson Silva, baixista do MELLINNE, comemora a parceria: "A Dani é uma das melhores vocalistas do Brasil, estamos honrados em contar com sua presença em nossa música e muito felizes por ela ter aceitado nosso convite. Com certeza é um ganho enorme para o MELLINNE". 

O RHEVAN já é conhecido do público devido ao lançamento do CD Perpetually, que recentemente foi liberado para download, e do video clipe 'Fortune and a Name", eleito o melhor do ano pelo site afiliado da MTV Rock do Mato. "Fiquei muito feliz com o convite feito pelo MELLINNE, espero que o público goste da música", comenta Daniele, vocalista do RHEVAN. 

Em breve a música será disponibilizada no Myspace Oficial do MELLINNE e sairá também na coletânea Metal Front. 

Sites relacionados: 
www.myspace.com/mellinne 
www.myspace.com/rhevan


FONTES DESTA MATÉRIA: http://www.roadiecrew.net/pt/



Frost Despair faz show de abertura para o Cradle of Filth

A banda gaúcha Frost Despair foi confirmada como a atração para o show de abertura na apresentação que o Cradle of Filth fará em Porto Alegre, no próximo dia 19 de dezembro.

Formado por Odommok (vocais), Flávia Schmith (vocais), Agammenomm (teclado), Renan (guitarra), Lair Raupp (guitarra), Rodrigo Marques (baixo) e Matt (bateria), o grupo mostrará ao público da capital gaúcha as músicas que compõem o primeiro EP da carreira.

Atualmente o Frost Despair está em pleno processo de gravação desse material que será lançado oficialmente no primeiro semestre de 2011. A banda vai tocar as seis músicas do EP e mais um cover. As músicas do repertório do EP e do show são as seguintes:

- At The Gates
- Splendor War Introduction
- Splendor War
- Dark Bachiana
- The Final Breath
- God Delusion
- Cover surpresa

“Estamos focados em mostrar nosso trabalho em dezembro e investindo fortemente na banda”, comentou o vocalista Odommok. “Queremos dar ao público de Porto Alegre, do estado e mesmo sul do país, uma música de qualidade com a primazia extrema do Metal e a roupagem da erudição clássica”. Para conhecer o trabalho do Frost Despair acesse o endereço www.myspace.com/frostdespair.

Confira as informações sobre o show do Cradle of Filth na capital gaúcha, com abertura do Frost Despair:

19/12/2010 - Porto Alegre/RS
Bar Opinião - Rua José do Patrocínio, 832
Horário: 20h00
Ingressos: R$ 60,00 (1º lote), R$ 70,00 (2º lote), R$ 80,00 (3º lote) e R$ 90,00 (4º lote)
Pontos de venda: A Place - Rua Voluntários da Pátria, 294/150 / Back in Black -Shopping Total 2º andar / Zeppelin - Rua Marechal Floriano, 185 loja 209
Vendas pela internet: www.ticketbrasil.com.br



terça-feira, 30 de novembro de 2010

Korpiklaani: faixas, capa e data de "Ukon Wacka"

A banda finlandesa de folk metal KORPIKLAANI divulgou detalhes do novo álbum "Ukon Wacka" (palavra referente a antigas festas  pagãs de sacrifícios). Como todas as músicas são cantadas na lingua nativa do grupo, o encarte do CD virá, como de costume, com as traduções, para o inglês, de cada música. O álbum ainda conta com uma homenagem aos fãs "sulamericanos" através da música "Tequila". "Ukon Wacka" será lançado na Europa dia 4 de fevereiro via Nuclear Blast Records.
01. Louhen Yhdeksäs Poika
02. Päät Pois Tai Hirteen
03. Tuoppi Oltta
04. Lonkkaluut
05. Tequila
06. Ukon Wacka
07. Korvesta Liha
08. Koivu Ja Tähti
09. Vaarinpolkka
Fonte desta matéria: Blabbermouth

Leaves' Eyes: autoridades indianas cancelam show

O LEAVES' EYES tinha uma apresentação  única marcada na Índia, em 19 de novembro, em Goa, no Indian Music Conference. Entretanto, a parte de metal do festival foi cancelada pela polícia local.
Leia um comunicado oficial da banda abaixo:
"Queridos fãs e amigos na Índia, nós lamentamos muito que não pudemos tocar no Indian Music Conference, no Campal Ground em Panjim, Goa, na sexta-feira, 19 de novembro. No dia seguinte após a nossa chegada em Goa tudo foi preparado com sucesso, passamos o som e estávamos mais do que prontos para pisar no palco e tocar nossa música para nossos fãs indianos pela primeira vez na história da banda. Quando estávamos prestes a sair do hotel para o local do festival, fomos informados que o show havia sido cancelado pelas autoridades locais. Ficamos completamente chocados com essa notícia, porque estávamos muito empolgados e queríamos muito tocar na Índia. O cancelamento não foi uma decisão nem do Leaves' Eyes, nem da Spotlight Events! Agora, estamos planejando voltar para a Índia em 2011 para finalmente tocar para nossos fãs. Por favor, fiquem ligados".
Fonte desta matéria (em inglês): Brave Words & Bloody Knuckles

Within Temptation: Sharon grávida e shows adiados

Enquanto todos nós estamos nos preparando para o lançamento do novo álbum, eu tenho uma notícia que pode surpreendê-los: Robert (Westerhold, guitarrista) e eu estamos esperando um filho. Para ser honesta, não estava planejado, mas nós estamos muito felizes, pois nossas crianças enriqueceram as nossas vidas.
Eu fico feliz em dizer que o lançamento no nosso novo álbum não será alterado: março de 2011! As gravações acabaram e as músicas estão em fase de mixagem agora, todos os preparativos para o lançamento estão programados, então não há motivos para esperar.
Entretanto, não pudemos evitar de remarcar a turnê, já que será impossível fazer um grande show para vocês nos últimos meses da minha gravidez. Também, pelas complicações que tive nas outras vezes, é perigoso para mim e para o bebê muita atividade nos meses finais.
As datas da turnê já estão remarcadas para o outono (do hemisfério norte) de 2011. Os ingressos que vocês compraram ainda serão válidos para as novas datas.
Mais informações sobre Within Temptation em:
http://www.within-temptation.com/

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Thiago Bianchi: "Levantem e mordam!"

Thiago Bianchi, vocalista do KARMA e SHAMAN distribuiu o press-release a seguir.
Seguinte, não sou de fazer isso, mas na real, num tem mais como agüentar tudo isso de boca fechada.
É como extrema tristeza e desapontamento que venho por meio desta manifestar- me, não só como membro de uma banda ícone do heavy brasileiro, mas também como um fã do estilo e claro BRASILEIRO!
Não dá mais, chega.
É o fim o rumo que esse estilo tão calorosamente amado por todos aqui, está tomando. Não é só pelas portas na cara da grande mídia, tanto televisiva, radiofônica ou mesmo de internet, que mais dói, mas sim o próprio público que vem se levantando uns contra os outros como bárbaros sem propósito ou até mesmo torcidas organizadas, sedentas por sangue e promovendo aquelas tristes imagens que vemos por aí.
O momento de reflexão JÁ ERA!!! Agora é hora de agir!
Desculpe a sinceridade, já falei muito isso mas tudo bem, não me canso...
Todos os dias de minha vida, acordei, saí da cama e fiz algo pelo heavy metal.
E na boa? Num precisava...
Vim de uma família de classe média paulista onde minha mãe cantora de MPB e meu pai baterista de samba, poderia ter muito bem ido pra outras ondas, mas não.
Justamente também por ser filho dessa classe media, poderia ter escolhido outras profissões, como desenhista, designer ou o que seja.. Mas não. O sangue falou mais alto e resolvi fazer o que acreditava, o que fazia mais sentido pra mim. Ouvir aquela voz de dentro era o mais correto sem dúvidas. Mais tarde aprendi que aquilo se chamava intuição.
Por essa tal intuição, cá estou pra deixar claro pra todos o descontentamento não só meu, mas de muitos colegas metaleiros que dividem dessa mesma depressão que a cena tem nos causado.
Porra, vocês são cegos?
Num percebem o que está acontecendo?
O METAL NACIONAL ESTÁ ACABANDO!!!
E o que essa meia dúzia de merdinhas fazem?
Jogam mais lenha na fogueira!
Dão mais motivos para os grandes meios fecharem mais as portas para essa cena já capenga que é o Heavy Metal Brasileiro.
Cena essa tão vasta e rica de outrora...
Onde não só ANGRA, SEPULTURA e SHAMAN apareciam, mas também WIZARDS, SYMBOLS, KAVLA, KRYSIUM, TUATHA DE DANNAN, VIPER, KARMA, SKYSCRAPER, TEMPESTT, HANGAR, HYBRIA, TORTURE SQUAD, KORSUS, DR. SIN... nossa!!! E por aí vai...
Percebem a riqueza disse “celeiro”???
E sabe o que muitas dessas bandas hoje em dia fazem? Se matam pra ter um pouco de espaço, um micro espaço pra poder continuar sobrevivendo... infelizmente falando das que ainda vivem, pois muitas delas entregaram os pontos... infelizmente.
Mesmo as consideradas “grandes”, quando não estão na estrada, estão se virando com outros trabalhos, pra poder colocar o arroz com feijão em casa, cuidar da família e ainda de quebra, lutar contra todo um sistema falido de rock, contra a mídia que insiste em fechar os olhos prum meio que certamente é um dos únicos que lota estádio e o pior... hoje em dia, contra os próprios fãs!!!!!!!!!!!!!!
CARALHO!!!! O QUE É ISSO? QUE MERDA É ESSA??
Será que tá todo mundo cego?
Todos aprendemos na escola como o Brasil começou sua história, sendo “estuprado” pelos gringos, certo? Certo.
Então por que hoje em dia ainda vivemos como esses Índios mas pior, parecem GOSTAR do estupro... parecem querer mais???
Ainda dependemos dos “gringos” pra sobreviver!!!
Por que?
Por que só o que vem de fora presta e o nosso é uma merda?
Por que a grande maioria do povo insiste em não saber dizer se gosta ou não de uma banda, até ela ir pra fora e ser reconhecida?
Não venham me dizer que é pela língua, que porque cantamos em inglês, somos nós também “paga-paus” de gringos, porque num é isso. Todos sabem isso acontece, justamente é essa língua que nos permite levar mundo a fora nossa riqueza cultural e histórias como povo.
E caralho... o gringo nos ama!!!
Por que nossa própria gente não?
Por que brasileiro é tão ignorante ao ponto de cuspir no seu próprio produto e aplaudir o de fora, mesmo quando o que vem de lá muitas vezes não compreende a qualidade do fabricado aqui?
Será que num está na hora de começarmos não só a nos perguntarmos isso, mas na verdade a AGIR?
Será que num está na hora de começarmos a lotar estádios com o que é nosso? Com o que vem de nosso sangue?
Até quando só o gringo presta e nós fedemos?
Vocês querem o que? Um mapa? Um guia? Uma ajuda?
Ok, cá estamos. Podemos ajudar vocês a olharem pra o que é de vocês e levar isso pra frente.
E como Fazer isso?
Ué, é simples.
A primeira coisa, é parar de apedrejar nossas bandas.
Se você gosta mais de uma do que de outra, uau... quer dizer que você é um ser humano e não que a outra num presta.
Parem de atacar os músicos de sua terra, em primeiro lugar, pois vocês não tem a menor idéia do que passamos pra que vocês possam BAIXAR essa porra discos que fazemos e ainda se dão o direito de sair por aí difamando esses mesmos HERÓIS que dão o sangue pra que o METAL NACIONAL tenha ainda algum valor.
Parem e reflitam...
O que os deixariam mais contentes do que um evento no Morumbi, Pacaembu ou o raio que o parta, feito só de bandas nacionais?
Imaginem um evento, coberto pela GLOBO, RECORD, SBT, KISS FM, JOVEM PAN, UOL, BANDEIRANTES, televisionado pra todo o Brasil, feito só por bandas de heavy nacional!!
Um evento lotado, onde a banda nacional num está lá pra “abrir” a porra do show e muitas vezes tomar chuva de lata só pro gringo ter mais o prazer de dizer “são o 3o mundo mesmo!!” (Como já ouvi nego dizer por aí, frente uma cena dessas...).
Vocês conseguem imaginar?
Conseguem imaginar uma cena como a lá de fora, onde todos os músicos que vocês amam ou gostam ou pouco se fodem por eles, possam ter uma vida voltada pro Heavy, tendo sua base de fãs, fazendo shows e levando suas mensagens Brasil e mundo a fora e porra, podendo viver disso, sem ter que tomar porta na cara de TODOS os meios, comer merda de promotores que num estão nem aí pra sua banda, porque ela num é gringa ou porque num faz cover de uma gringa?
Imagina bandas animais como algumas das que citei a cima e muitas outras, não tendo que acabar por falta de retorno, ou podendo viver plenamente disso, voltados apenas para seus discos e clipes e carreiras metálicas...? Imaginem a qualidade ainda mais alta por conta de num ter outra obrigação!!
Aí sim vocês poderiam criticar. Porra o cara só faz isso, então que melhore.
Sabe por que pergunto isso também?
Vejam quantas das bandas citadas a cima ainda existem ou os grandes músicos que nelas atuaram ou atuam, onde estão?
Vocês acham que é isso que nós merecemos?
Por lutar por nossa música e representar nosso pais mundo a fora... é isso que merecemos? Pedras e cusparadas de uma meia de Dúzia de otários que num merecem nem os dedos que tem já que os mesmos só servem pra teclar besteiras ou mesmo levantar o dedo do meio pra qualquer ação coerente prol Heavy Nacional...
Isso é uma vergonha!
E mais vergonha deles é de vocês, que deixam isso acontecer.
Vejam, está na hora de mudar esse cenário!
Está na hora de levantar e morder quem tem ódio contra nossa classe!
Levantem!!! Mordam!!!!
Peguem seus dedinhos e teclem para as grandes emissoras, os grandes meios pedindo heavy nacional!!!!
Disquem de seus telefones e celulares para as rádios pedindo heavy Nacional!
Escrevam para todos os meios!!!
Está na hora de se unir!!
Façam como nós... levantem todo dia de suas camas e façam algo pelo heavy metal nacional!
Chamem seus amigos agora no MSN, no Orkut, no facebook, twitter, myspace, hotmail, gmail... tudo que tiverem e convidem as pessoas para ouvirem as bandas nacionais.
Encham os sacos de todos, sejam chatos, criativos, sejam amigos, colegas, malas ou a puta que o pariu, mas caralho, façam algo pelo estilo que amam!!!
Ou senão galera, o que já está minguado, a tendência é acabar...
Eu, com minha vontade aqui, estou falando em encher estádios só com o metal nacional, mas a atual situação é bem distante disso...
E isso é muito triste.
Digo isso porque, mais uma vez, todo dia eu levanto e faço algo pelo heavy metal nacional... há 16 anos. E num é fácil pra mim, lhes garanto e certeza que num vai ser fácil pra vocês. Mas se todos aqui começarem a plantar suas sementes, eu juro que logo seremos muitos e unidos teremos uma cena forte, onde toda banda tenha seu espaço. E essa porra de cena nacional pare de viver de bandas gringas, porque tem muito ouro aqui!
Tá na hora moçada!
Levantem e mordam!!!!!!!!
Eu prometo que lá na frente vocês vão lembrar dessa época, com o mesmo desprezo que a grande mídia tem por nós.
Levantem e mordam!
O METAL NACIONAL é um dos melhores do mundo, está na hora do público também ser.
Sinceramente,
THIAGO BIANCHI -
SHAMAN / KARMA / ARENA / PRODUTORA FUSÃO ESTÚDIOS.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Esquisitices: algumas exigências bizarras para shows

Se você pudesse pedir qualquer coisa antes do seu show, o que pediria? Confira abaixo algumas das melhores ou mais loucas exigências feitas por artistas do rock e metal.
1) GORGOROTH - 50 cabeças de ovelhas, 200 metros de arame farpado, 1 carpinteiro, papel higiênico rosa extra macio.
2) IGGY POP - uma faca afiada, chá de pólvora chinês, um jornal de língua inglesa, um monitor que fale inglês e não tenha medo da morte, um imitador do Bob Hope, 7 anões, 6 garrafas de cerveja boa da região, 2 garrafas de Bordeaux (vinho).
3) MARILYN MANSON - ar-condicionado sempre no máximo, balinhas de goma da Haribo, Doritos, absinto, uma prostituta careca e sem dentes.
4) GUNS N' ROSES - cigarros Dunhill, Marlboro, Camel, revistas adultas (Playboy, Penthouse).
5) Sammy Hagar - vodka Absolut, Jack Daniels, Bacardi Anjeo, tequila Premium, 6 limões, 4 copinhos, aipo (cortado e não descascado).
6) MOTLEY CRUE - maionese Kraft, mostarda Grey Poupon Dijon, manteiga de amendoim Skippy Creamy, uma jiboia de 12 metros de comprimento, uma sub-metralhadora, horários marcados nos AA da região.
7) KORN - advogado, médico, dentista.
8) POISON - Um intérprete para os fãs surdos.
9) THE BLOODHOUND GANG - um macaco.
10) THE DARKNESS - absinto, suco de frutas.
11) FOO FIGHTERS - queijo fedorento.
12) KISS - um suprimento de bonecas infláveis do KISS.
13) HIM - bíblias.
14) ROLLINS BAND - 2 caixas grandes de cereal, 2 litros de leite e 2 litros de leite de soja, café escuro torrado italiano, 12 barrinhas de proteína.
15) VAN HALEN - uma bacia de M&Ms sem nenhum de cor marrom.
16) TAKING BACK SUNDAY - um poster do Michael Jackson da era pré-Dangerous.
17) BON JOVI - 2 esfregões, 2 baldes, 2 vassouras, 2 rodos grandes.
18) LED ZEPPELIN - Ferro de passar, tábua de passar.
19) LIMP BISKIT - lâmpadas fluorescentes.
20) DEF LEPPARD - suco de frutas, biscoitos de trigo, ameixas muito muito pequenas.
21) NICKELBACK - passar a tarde jogando golfe.
22) MOTORHEAD - ovos de chocolate Kinder Egg.