quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
Fernanda Terra - Entrevista
Fernanda Terra é um dos grandes nomes quando se trata de bateristas mulheres no Brasil e O Portal Death Mask teve a oportunidade de conversar com ela sobre sua carreira e sobre a cena Heavy Metal.
OPDM - É um enorme prazer falar com você Fernanda.
Prazer é todo meu!
OPDM - Fernanda, você começou seus estudos de bateria ainda muito jovem. Essa vontade se deu por influência de alguém, diretamente?
Acho que foi influência do meu irmão, a gente começou a ouvir som juntos e ele logo começou a tocar guitarra, montou banda e precisava de baterista, acabei fazendo umas aulas pra entrar na banda e nunca mais parei.
OPDM - Quando estudamos, seja lá que matéria, sempre existe um assunto do qual não gostamos. No início dos seus estudos, tinha alguma técnica que você não gostava de executar? E qual gostava mais?
Nenhuma, sempre gostei de tudo relacionado a bateria. Gostei muito do rimshot, técnica que você golpeia o aro do tambor e a pele deixando o som mais alto, era muito legal porque eu era muito pequena e todo mundo comentava isso, achavam impressionante o fato de eu ser pequena e tirar tanto som da bateria. Hoje em dia gosto dos rudimentos em geral.
OPDM - Desde o princípio dos seus estudos você decidiu tocar em bandas de rock? Isso se deu por gosto pessoal ou mais para apurar sua prática em conjunto?
Gosto pessoal, sempre curti rock mesmo.
OPDM - Fernanda, você tornou-se conhecida e passou a fazer muitos shows por todo o país desde os meados dos anos 90. O que você acha que mudou na cena brasileira hoje se comparado a essa época?
Hoje tá tudo mais fácil, antigamente não tinha internet, a gente marcava shows por telefone, pegava contato nos zines, precisava realmente estar afim. Tinha menos gente que curtia o som, e não tinha tantas bandas também. Hoje é mais fácil ter banda e divulgar seu material.
OPDM - Você fez um teste para o programa Altas Horas, indo para a final com a Vera Figueiredo. Como foi participar de uma seleção como essa?
Foi muito legal, adorei ser indicada e nem esperava chegar tão longe, teve um momento que eu já achava que já tava dentro mas o último teste foi com a Vera que tinha muito mais experiência que eu, não fiquei surpresa por ela pegar a vaga.
OPDM - Como foi excursionar pelos Estados Unidos? A banda Dominatrix, que você tocava na época, foi bem recebida nessa turnê?
Foi bem legal, a tour toda foi muito boa, na época nunca tinha saído do Brasil, muito menos pra tocar tão longe. Foi uma grande experiência. Adorei! A banda foi bem recebida.
OPDM - Falando em um assunto muito abordado nos últimos dias, o que você acha da atitude tomada por Phil Anselmo, de usar saudação nazista em seu show e depois dizer que estava apenas brincando?
Fazer saudação nazista é uma atitude bem babaca, depois dizer que estava brincando é mais babaca ainda. Fiquei decepcionada porque não esperava isso.
OPDM - Nos últimos meses perdemos várias pessoas influentes no mundo da música, dentre elas, Lemmy Kilmister. Fernanda Terra teve influências de Motorhead diretamente ou em alguma banda que já fez parte?
Com certeza, desde bem nova gostava do Lemmy, primeiro show que eu vi do Motorhead foi nos anos 90 e a partir daí comecei a gostar bem mais.
OPDM - Ainda sobre a atualidade, temos percebido uma grande intolerância no mundo musical e quem faz algo diferente já é duramente criticado, principalmente no Metal. Você participaria de uma jam em um trio elétrico, assim como o Angra e o Sepultura?
Sempre foi assim, principalmente no metal. Eu participaria sim, ainda mais tocando rock num dos eventos mais tradicionais do país. Não vi problema algum. E achei até que demorou pro Sepultura fazer uma parceria com o Carlinhos Brown novamente, o Roots já tá fazendo 20 anos.
OPDM - Fale um pouco de seus trabalhos atuais, como está a agenda da Fernanda Terra no ano de 2016?
Para seguir a agenda é só curtir minha página, ou me seguir no twitter, tem algumas novidades por vir, a que está pra acontecer é o lançamento do meu método que eu realmente estou com orgulho de ter feito!
www.facebook.com/fernanda.terra1
www.twitter.com/fernandaterra
Fernanda, agradeço muito sua participação e disponibilidade. Espero revê-la em breve, fazendo muito Metal para todos nós. Deixe suas considerações finais e um recado para seus fãs.
Obrigada Vivi. Obrigada pela oportunidade da entrevista.
Galera, obrigada por acompanhar meus trabalhos e me ajudarem na arte de viver da arte! Vejo vocês nos shows! Nunca desistam dos seus sonhos e sucesso pra vocês! Abraços!
O Portal Death Mask mais uma vez agradece a sua participação e deseja a ti cada vez mais sucesso!
E você, caro amigo leitor.. até a próxima matéria \,,/
terça-feira, 26 de janeiro de 2016
Blackfrost - Uma das marcas de maior reconhecimento do Brasil
O Portal Death Mask em parceria com o blog Mulheres no Metal Brasileiro, teve a satisfação de conversar com Alexandra Moraes Rattes Marques, a responsável pela marca Blackfrost, uma das mais conhecidas lojas de roupas e acessórios para o público Heavy Metal. Confiram essa conversa.
OPDM - Primeiramente agradeço a sua participação aqui no nosso blog. Quando a BlackFrost
nasceu? Você teve a colaboração de mais alguém na idealização
da marca?
No ano de 1999,
iniciou-se comigo e meu ex companheiro na época, no inicio eram
vendidos somente cd’s e camisetas de banda, e no mesmo ano, eu que
anteriormente era artista plástica, iniciei meu trabalho de criação
de acessórios, roupas e calçados para a marca.
OPDM - Desde o início o
foco foi voltado ao público metal?
Sim
OPDM - Os modelos são
feitos exclusivamente por você? Como é estar sempre inovando dentro
do
mesmo estilo?
Sim,
busco inspiração em nas coisas que gosto e no que gostaria de usar,
e a inspiração pode vir dos mais variados meios.
OPDM - Qual a maior
dificuldade do ramo na atualidade?
Mão de obra de qualidade
OPDM - A Blackfrost tem
clientes por todo país. Como é o contato da loja com seus clientes?
O contato com nossos clientes se dá via telefone, e-mail e redes
sociais.
OPDM - As vendas online
dão um resultado satisfatório para a loja?
Em partes, mas
resumindo, sim.
OPDM - Os modelos da marca
são muito cobiçados. Já teve problemas em relação á outras
lojas
copiarem os modelos
Blackfrost?
Muuuuitos mesmo, até de ex companheiro!
OPDM - Mais uma vez agradeço
a sua participação e desejo cada vez mais sucesso!
Muito grata e sucesso
a você também!
Para os interessados em conhecer os lindos modelos da Blackfrost, seguem os links abaixo:
blackfrost.com.br
Para os interessados em conhecer os lindos modelos da Blackfrost, seguem os links abaixo:
blackfrost.com.br
quarta-feira, 30 de setembro de 2015
Sentenced Soil - Uma promessa de peso
Olá amigos leitores do Portal! Hoje venho falar de uma banda relativamente nova, a Sentenced Soil, banda de São Paulo que eu tive a grata surpresa em conhecer através de um evento ao qual a minha própria banda irá se apresentar. Após ouvir seu som em alguns vídeos, logo me interessei em noticiá-los aqui para a galera que ainda não conhece, ou para os que conhecem e querem prestigiar o trabalho da banda. Vamos bater um papo muito agradável com a Jenny, vocalista da Sentenced Soil.
OPDM - Olá Jenny, conte para nós um pouquinho sobre a Sentenced Soil, quem deu início ás atividades da banda e quando foi?
Antes de mais nada, obrigada Vivi por nos dar esse apoio/oportunidade. É muito gratificante perceber que o nosso som está alcançando patamares maiores, e isso só nos motiva!
Bom, o início da banda foi em Julho de 2010, eu (Jennifer) iniciei o projeto junto com um dos ex-integrantes da banda, onde de início seríamos um Draconian Tribute (até então, éramos os únicos no Brasil a fazer esse trabalho).
Conseguimos coisas bacanas pra banda, o próprio vocalista do Draconian nos deu uma força com as letras que não estavam completas na internet, e também, comentou nossos vídeos reconhecendo nosso trabalho e dizendo se sentir muito grato pela homenagem (algo muito foda para uma banda que, na época, tinha pouco mais de um ano de atividade!).
OPDM – Ultimamente essa pergunta não pode faltar em qualquer entrevista que façamos. Como é levantar a bandeira da música autoral no Brasil, no estilo Doom Metal especialmente?
Então Vivi... as bandas de Doom Metal são verdadeiras guerreiras nesse cenário musical do Brasil! Tanto elas, quanto todas as outras de todos os outros estilos! Fazer som autoral é literalmente quebrar barreiras. Ainda mais agora, com essa crise, as coisas tendem a ficar mais difíceis, porém, não é motivo para desisitir. Jamais. A Sentenced Soil hoje, está mais amadurecida e não colocamos nosso som como "Doom Metal" mais, por mais que isso tenha sido um episódio importante na nossa história e nos tenha ajudado a evoluir muito como músicos. Inclusive, somos gratos por todo o aprendizado que tivemos nesse período e é algo que jamais deixaremos de reconhecer. Porém, nosso som está agressivo/pesado com as partes melódicas que compõem nossa característica, mas não acreditamos mais fazer "Doom". É claro que, ouvimos nossas bandas preferidas (Paradise Lost, Draconian, My Dying Bride e até Amorphis na fase antiga ainda são boas influências) e etc, mas, nosso som não tem esse "Doom", devido ouvirmos também outros estilos. Nosso som representa a nossa verdade, o que curtimos tocar, ouvir, escrever e fazer. Seria muito ruim se pensássemos em limitar a nossa vontade, então, resolvemos exteriorizar, de forma mais amadurecida, as nossas composições. Acredito que vocês vão curtir, o nosso som tem pegada e claro que todo amante do METAL curte esse estilo justamente pelo PESO.
OPDM - Qual é a resposta do público em relação a uma banda no comando de uma frontwoman?
(risos) Ah... tem as piadinhas né? Aquela coisa de fazer show e alguém gritar aqueles elogios que só quem é mulher escuta e etc (risos). Porém, a galera dá uma força tremenda, a receptividade é tão boa que chega a ser muito recompensador todo nosso trabalho e todas as dificuldades que passamos (afinal, só quem é do underground sabe o que é ter banda e manter-se firme!).
Nunca ouvimos coisas desmerecendo nosso trabalho; muito pelo contrário!
A galera chega pra elogiar, pra dizer que curte o que fazemos e que quer logo nosso EP! Isso dá um gás nas composições que você nem faz idéia!
Vamos longe pois estamos trabalhando com muito afinco pra mostrarmos nossa arte pro mundo. Mas não só isso, levaremos pra onde formos todo esse apoio que o público nos dá!
OPDM - Fale um pouco sobre cada um de vocês.
Então, (risos), falar de cada um é uma tarefa difícil! Mas, vamos lá. Resumidamente, é mais ou menos isso: O Airton é o cara centrado que vai dando os toques pra arrumar os arranjos e etc; O Denner é o cara que pega essas infos e vai jogando nos riffs para criação das músicas. Também é um dos caras que pega no pé pra criação das melodias; O Raziel é o baterista que não vê só a sua parte (estudo de bateria), mas ajuda e dá os pitacos para melhor construírmos as músicas, deixá-las mais coerentes. Eu (Jennifer) fico cuidando da parte da organização da casa (merchandising, contato com casas/produtoras, gerenciamento das atividades). Também faço as letras e participo da criação dos arranjos. Temos um novo integrante agora (Caio - baixista), e ele está nos ajudando a melhorar o que já foi criado e também participa das coisas novas que estamos fazendo. Porém, por mais que cada um tenha uma parte funcional importantíssima para o andamento da Sentenced Soil, olhamos pra mesma direção e damos nosso sangue pra fazer disso algo grande e verdadeiro!
Nossa meta é conseguir instigar as pessoas à ouvirem nosso som, conseguirmos tocá-las com a nossa música! E claro, ajudarmos na cena, fortalecer o cenário que as bandas já estão ajudando a criar dignamente! Ainda há muito pra fazer, mas vamos chegar lá, afinal, "o milagre não vem até você" (trecho de uma música do Project 46 - Se Quiser).
OPDM - Como funciona o processo de produção da banda? Normalmente de quem são as ideias para as composições?
Olha, isso depende muito. Às vezes numa jam já rola metade de uma música, às vezes vem a letra primeiro e depois rola a melodia, isso depende.
A parte instrumental fica a cargo dos meninos, eu contribuo mais com as letras.
OPDM - Quais são os planos futuros da banda?
Expandir, expandir, expandir! (risos) Ah, estamos correndo atrás de patrocínio, parcerias, etc. O processo de gravação do nosso Ep "Bitter Lands" está num ritmo bacana, então acreditamos que por volta de Março/2016 já teremos as músicas prontas pra divulgação. E claro, queremos fazer shows por aí, levar nossa música pra esse Brasil (e fora dele também, por quê não?), fazer a galera banguear e agitar conosco!
OPDM - Como contratar a banda para shows?
Pode ser pela page da banda (https://www.facebook. com/SentencedSoilBand), perfil da banda (https://www.facebook.com/ sentencedsoil) ou por e-mail (jennydoomed@gmail.com ou sente ncedsoiloficial@gmail.com).
Eu vivo com esses e-mails abertos no celular, então assim que as pessoas mandam as mensagens eu respondo na hora.
OPDM - Suas considerações finais.
Bom, queria aproveitar mais uma vez para agradecer essa chance de mostrar um pouco do que a Sentenced Soil é. Estamos na batalha do Underground e tivemos experiências únicas. A cena está aí, é preciso união da galera e que as pessoas não se intimidem de ir em shows de bandas autorais. Apoiem, comprem os cds, camisetas, acompanhem o trabalho das bandas pelas mídias digitais! Da galera que nos acompanha temos só que agradecer, a reciprocidade é muito bacana! Desde o começo sempre deram o maior apoio, e agora as pessoas sempre perguntam sobre o Ep e etc!!
MUITO OBRIGADA!!!
E tem mais coisas vindo por aí, as novidades sempre são postadas nas nossas mídias, logo logo tem coisa por lá!
Mais uma vez obrigada, e estamos juntos no corre! "
Eu que agradeço a sua disponibilidade de estar conversando e contando um pouco sobre seu trabalho aqui no Portal. Amigos, esse foi o Sentenced Soil, espero que curtam a matéria e o som deles que está ai abaixo, enjoy!! Até a próxima \,,/
quarta-feira, 9 de setembro de 2015
Nightchildren -Retomando suas atividades em grande estilo
Fala galera que acompanha O Portal Death Mask e suas matérias sobre o Underground brasileiro! Hoje venho trazer uma banda que esteve na história da cena carioca e que após um longo hiato, retorna aos palcos com toda a garra. Vamos conversar com a NightchildreN (clique aqui para ver a página da banda).
Olá banda, espero que curtam nosso papo e sem mais demora, vamos ao que interessa!
OPDM – Mônica, sabemos que a NightchildreN
nasceu em 2003. Conta pra nós um pouquinho dessa história, quem deu a ideia do
início desse projeto?
Mônica: A ideia inicial
partiu de mim e do Paulo, queríamos fazer uma banda que tivesse elementos
sombrios, melancólicos e pesado. E que neste projeto pudéssemos expressar
nossos sentimentos e influências musicais. Corremos atrás de integrantes para
fazerem parte da banda. Paulo e eu já tínhamos muitas coisas compostas e então
passamos o som pra o restante dos músicos, entramos no estúdio e ensaiamos
durante uns 7 ou 8 meses direto e daí partimos para a cena e fizemos centenas
de shows no circuito underground.
OPDM – Paulo, é possível perceber de maneira
muito clara as influências na musicalidade da Nightchildren. Ali passeiam o
Gothic, o Doom e o Black Metal, porém ainda existem elementos de outros estilos
dentro das suas composições. Como vocês se intitulam? Se um fã perguntar hoje
qual o estilo da NightchildreN, qual seria a resposta correta?
Paulo: Na verdade um
estilo pré-definido não existe na banda e eu sempre deixei isso bem claro para
todos...temos realmente influências de tudo isso que você citou, porem nunca me
preocupei em assumir um rótulo especifico. Sempre me preocupei em fazer a
música que vinha em minha mente, e como eu ouço inúmeros estilo de Rock entre
outros estilo de música fica muito difícil de fazer algo único. Tenho uma
bagagem musical muito vasta e se sentir que devo incluir qualquer "estilo'
nas músicas e se ficar bom e agradar primeiramente a nós mesmos da banda com
certeza farei sem nenhuma preocupação.
OPDM – André, para vocês, como é levantar a
bandeira da música autoral no Brasil?
André: Trabalhoso,
mas ao mesmo tempo recompensador fazer o som que se acredita, não se importando
com modismos e padrões!!!
OPDM – Mônica, a Nightchildren tem dois vocais,
assim como a maioria das bandas de Gothic Metal dos anos 90 em diante,
influenciadas pelo Theatre of Tragedy e seu Metal “A Bela e a Fera”, que era o
termo dado a quem utilizava o recurso dos vocais líricos femininos e guturais
masculinos. Essa leva de bandas dos anos 90 influenciaram vocês? Vocês se espelham
em alguma banda ou vocalista?
Mônica: Sim, com
certeza. As bandas que mais me inspiraram e me inspiram foram o Theatre of
Tragedy, Lacrimosa, The Gathering e Tristania. Sempre me atraiu a singularidade
vocal destas vocalistas. Eu procuro alcançar a minha própria singularidade
vocal, minha própria personalidade, ao invés de tentar imitar qualquer uma.
Quando escutamos a Liv Cristine, a Anneke, a Dolores(Cranberries) e a Anne
Nurmi, sabemos de cara quem são, pois é único. É isso que almejo conseguir. No
entanto, as influências da banda não vieram apenas de bandas com dois vocalistas,
nos inspiramos também em Opera IX, My Dying Bride...
OPDM – Paulo, como funciona o processo de
produção da banda? Normalmente de quem são as ideias para as composições?
Paulo: A maioria das
letras eu escrevo junto com a Mônica, nós sempre mostramos partes de nossas
ideias a agimos em comum acordo, mas sempre respeitando o espaço de cada
um...as música na maioria são compostas por mim e as melodias são feitas pela
Mônica, tendo música e melodias semi-prontas, passamos para o restante da banda
e eles opinam e entram com a parte e influências pessoais de cada um, existindo
sempre respeito e espaço para cada um expor suas ideias e arranjos.
OPDM –Todos: Todas as bandas tem fatos inusitados que
acontecem de forma inesperada... A NightchildreN tem alguma história bizarra de
show, ensaio, etc.? Contem para nós.
Paulo: kkkk Temos
centenas de histórias bizarras e loucas...mas a maioria tenho que deixar em
OFF. Mas um fato que a gente achava legal era que sempre que a gente fazia
shows chegava alguém perto de nós e falava que tinha algo "estranho"
quando a gente estava no palco, algo tipo, as coisas no ar ficavam muito
cinzentas e carregadas, algo estranho e sombrio. Este relato quase sempre era
contado por pessoas diferentes e em locais diferentes...e nós mesmos não
sabíamos o que seria... talvez porque nosso CD tenha várias passagens
subliminares... mas isso é outro papo.
OPDM – Mônica, quais são os planos futuros da
banda?
Mônica: No momento
estamos compondo músicas novas, pois queremos gravar um CD prensado para
divulgação do trabalho. Também estamos preparando um vídeo clipe e fotos
oficiais para divulgação. Aguardem pois uma grande surpresa está por vir,
iremos mesclar algo muito inusitado em nossas novas músicas!
OPDM – André, você é o membro mais recente da
banda e após a sua entrada, os convites para eventos com certeza devem estar
surgindo com mais frequência. Como contratar a banda para shows?
André: Está a maior
correria, mas é bom, pois só se melhora de apresentação em apresentação. Pra
contratar shows, é só falar com o Paulo, e aí ele manda as coordenadas! rsrs
OPDM – Considerações finais.
Paulo: Quero em nome de
todos da NTCN agradecer ao blog O Portal Death Mask pela força e apoio e a todos os amantes
fiéis do verdadeiro underground, E Àqueles que fazem deste estilo suas vidas e
que nunca desistam de seus verdadeiros objetivos e acreditem em si próprios. Nada
e nem ninguém podem dizer do que vocês são ou não capazes de fazer!!!! METAL
RULES!!!
A galera que quiser conhecer melhor o trabalho dessa ótima banda, pode acessar os links abaixo:
Nightchildren é:
Paulo Gitano Grego
Mônica Viollet
André Noisecolla
Ficamos por aqui com esse som da NightchildreN, curtam bastante e até a próxima semana com muito Metal \,,/
quarta-feira, 26 de agosto de 2015
Braves Face the Devil - O Stoner Metal de Fortaleza
Fala bangers do O Portal Death Mask, hoje teremos uma matéria super interessante com uma nova banda que promete um futuro muito promissor. Braves Face the Devil (Clique aqui para ir para a página da banda) é uma banda de Stoner Metal cearense de Fortaleza, formada em Janeiro de 2015. Recentemente lançaram "Black Wolf", sua primeira Demo com quatro músicas onde segue segundo sua página no Facebook, uma temática de guerras e conquistas interestelares entre civilizações e nações. Vamos falar um pouco com a galera da banda:
OPD - Olá Braves Face the Devil, é uma satisfação tê-los aqui conosco. Conte-nos um pouco sobre seu início e sobre essa temática abordada em suas composições?
A banda foi criada quando o baixista Hewerson Freitas decidiu aproveitar as músicas que o vocalista e guitarrista Adriano Alves já tinha criado, que foram Born To Fight e I'm The Executioner. O guitarrista Adriano não tinha a intenção de fazer uma banda e sim apenas compartilhar um som diferente que ele gostaria de ouvir. E que outras pessoas poderiam gostar. Após uma conversa um dos bateristas mais conhecidos da cena, Bosco Lacerda decidiu fechar o time conosco e assim começarmos à produzir as músicas em nosso home estúdio. A escolha desse tema de ficção veio por gostarmos muito de filmes do gênero, jogos, pesquisas e fatos ocorridos sobre esse tema. Que veio a calhar no Stoner.
OPD - Como é fazer Stoner Metal autoral hoje diante das dificuldades que a cena metálica vem enfrentando?
Em nosso caso temos uma dupla dificuldade onde fazemos Stoner em uma cidade que esse estilo entre os rockers e bangers não é tão difundido. Onde ainda temos que enfrentar as dificuldades
rotineiras da cena do Heavy Metal no Brasil foi exatamente por isso que surgiu o nome da banda Corajosos Enfrentam o Diabo, onde significa que temos que ter justamente coragem pra enfrentar todos esses problemas, uma forma de driblar isto utilizamos atualmente marketing digital da banda através das redes sociais.
OPD - Como foi a experiência da gravação da sua primeira Demo? Vocês alcançaram o objetivo esperado com esse registro?
Gravar nossa demo foi a primeira conquista da BFTD onde estávamos buscando um trabalho com qualidade profissional dentro de nossas limitações como produtores já que nosso home estúdio ainda é muito básico, como alguns amigos nossos falam "vocês tiraram leite de pedra.". Não atingimos o nosso objetivo o qual seria que esse trabalho nos proporcione um alicerce para o primeiro álbum ser lançado pois precisamos de muito apoio para isso, mas nós estamos conquistando isso aos poucos e vitórias importantes como a primeira resenha pelo blog Metal Nerd e recentemente pela revista Roadie Crew e agora essa entrevista com vocês nos faz acreditar que estamos cada veis mais perto de alcançar nossa meta.
OPD - Ainda falando da Demo Black Wolf, vocês a estão disponibilizando para download. Nesses pouco tempo do lançamento, como tem sido a receptividade do público com o material?
O lançamento da demo unicamente em mídia digital está nos proporcionando uma grande felicidade, pois em apenas 15 dias alcançamos a marca de 100 downloads e esse número só tem crescido desde então. Temos fãs divulgando nossa demo em redes sociais como Facebook, Youtube, canais do gênero, web rádios, parceiros, coletâneas e afins. Varias criticas positivas vem aparecendo sobre nosso trabalho tanto por brasileiros quanto por gringos.
OPD - Vocês como uma banda relativamente recente, o que tem a dizer para essa galera que, como a Braves Face the Devil está começando um projeto?
Bem o primeiro conselho é produzir cada música com raça, sangue e ter paciência pois independentemente do gênero produzir é algo que tem que ser feito com cuidado. Além de apenas se importar com o trabalho musical, mas é importante estudar a cena como um todo, buscar contatos, apoiar a cena local e ter a consciência que ter uma banda é a mesma coisa que ter uma empresa onde muito dinheiro deve ser investido. Respeite sempre o seu público! Aceite criticas, sejam elas
positivas ou construtivas, e não se abale com criticas destrutivas elas sempre vão existir. Acredite sempre que os sonhos e objetivos podem se tornar realidade.
OPD - Agradeço mais uma vez a participação de vocês aqui no O Portal Death Mask, desejando muito boa sorte na carreira da banda e que vocês obtenham cada vez mais o reconhecimento merecido.
Fiquem com o som de Black Wolf:
Braves Face the Devil é:
Adriano Alves (Guitarra e voz)
Hewerson Freitas (Baixo)
Bosco Lacerda (Bateria)
Links para download:
Mega: https://goo.gl/OeuN9V
4shared: http://goo.gl/CBgL3v
Terminamos por aqui mais uma entrevista underground no Portal.
Até a próxima.
OPD - Olá Braves Face the Devil, é uma satisfação tê-los aqui conosco. Conte-nos um pouco sobre seu início e sobre essa temática abordada em suas composições?
A banda foi criada quando o baixista Hewerson Freitas decidiu aproveitar as músicas que o vocalista e guitarrista Adriano Alves já tinha criado, que foram Born To Fight e I'm The Executioner. O guitarrista Adriano não tinha a intenção de fazer uma banda e sim apenas compartilhar um som diferente que ele gostaria de ouvir. E que outras pessoas poderiam gostar. Após uma conversa um dos bateristas mais conhecidos da cena, Bosco Lacerda decidiu fechar o time conosco e assim começarmos à produzir as músicas em nosso home estúdio. A escolha desse tema de ficção veio por gostarmos muito de filmes do gênero, jogos, pesquisas e fatos ocorridos sobre esse tema. Que veio a calhar no Stoner.
OPD - Como é fazer Stoner Metal autoral hoje diante das dificuldades que a cena metálica vem enfrentando?
Em nosso caso temos uma dupla dificuldade onde fazemos Stoner em uma cidade que esse estilo entre os rockers e bangers não é tão difundido. Onde ainda temos que enfrentar as dificuldades
rotineiras da cena do Heavy Metal no Brasil foi exatamente por isso que surgiu o nome da banda Corajosos Enfrentam o Diabo, onde significa que temos que ter justamente coragem pra enfrentar todos esses problemas, uma forma de driblar isto utilizamos atualmente marketing digital da banda através das redes sociais.
OPD - Como foi a experiência da gravação da sua primeira Demo? Vocês alcançaram o objetivo esperado com esse registro?
Gravar nossa demo foi a primeira conquista da BFTD onde estávamos buscando um trabalho com qualidade profissional dentro de nossas limitações como produtores já que nosso home estúdio ainda é muito básico, como alguns amigos nossos falam "vocês tiraram leite de pedra.". Não atingimos o nosso objetivo o qual seria que esse trabalho nos proporcione um alicerce para o primeiro álbum ser lançado pois precisamos de muito apoio para isso, mas nós estamos conquistando isso aos poucos e vitórias importantes como a primeira resenha pelo blog Metal Nerd e recentemente pela revista Roadie Crew e agora essa entrevista com vocês nos faz acreditar que estamos cada veis mais perto de alcançar nossa meta.
OPD - Ainda falando da Demo Black Wolf, vocês a estão disponibilizando para download. Nesses pouco tempo do lançamento, como tem sido a receptividade do público com o material?
O lançamento da demo unicamente em mídia digital está nos proporcionando uma grande felicidade, pois em apenas 15 dias alcançamos a marca de 100 downloads e esse número só tem crescido desde então. Temos fãs divulgando nossa demo em redes sociais como Facebook, Youtube, canais do gênero, web rádios, parceiros, coletâneas e afins. Varias criticas positivas vem aparecendo sobre nosso trabalho tanto por brasileiros quanto por gringos.
OPD - Vocês como uma banda relativamente recente, o que tem a dizer para essa galera que, como a Braves Face the Devil está começando um projeto?
Bem o primeiro conselho é produzir cada música com raça, sangue e ter paciência pois independentemente do gênero produzir é algo que tem que ser feito com cuidado. Além de apenas se importar com o trabalho musical, mas é importante estudar a cena como um todo, buscar contatos, apoiar a cena local e ter a consciência que ter uma banda é a mesma coisa que ter uma empresa onde muito dinheiro deve ser investido. Respeite sempre o seu público! Aceite criticas, sejam elas
positivas ou construtivas, e não se abale com criticas destrutivas elas sempre vão existir. Acredite sempre que os sonhos e objetivos podem se tornar realidade.
OPD - Agradeço mais uma vez a participação de vocês aqui no O Portal Death Mask, desejando muito boa sorte na carreira da banda e que vocês obtenham cada vez mais o reconhecimento merecido.
Fiquem com o som de Black Wolf:
Braves Face the Devil é:
Adriano Alves (Guitarra e voz)
Hewerson Freitas (Baixo)
Bosco Lacerda (Bateria)
Links para download:
Mega: https://goo.gl/OeuN9V
4shared: http://goo.gl/CBgL3v
Terminamos por aqui mais uma entrevista underground no Portal.
Até a próxima.
terça-feira, 11 de novembro de 2014
ROCHA - Originalidade e peso no Underground carioca
Já faz algum tempo que O Portal Death Mask decidiu se tornar um canal de divulgação de bandas underground. É fato que sempre vemos por aqui bandas de metal e suas variações, mas isso não quer dizer que tratamos apenas desse estilo. Para nós o que importa é o PESO que a banda nos apresenta. E dessa vez não poderia ser diferente.
Venho apresentar-lhes a banda Rocha.
O Rocha surgiu no final de 2011 quando Luis Maia (ex-Soul Steelers) e Igor Tavares (ex-Soul Steelers e atual Black Vulture) decidiram se desvincular do gênero metal e hardcore para formar uma banda cuja proposta era fazer um som pesado sem se comprometer com estilos definidos. Os dois levaram a proposta ao vocalista Rafael Silva (Black Vulture) e assim foi formado o Rocha.
Segundo opinião do Rocha, biografias de bandas desconhecidas só são interessantes para os próprios integrantes. Todo mundo se descreve como indescritível (aquela velha ladainha “preferimos não nos prender a rótulos”) ou alguém que vai revolucionar (ou já está revolucionando) a cena musical. Esse não é o caso do Rocha. "Somos uma banda de rock pesado para caralho do Rio de Janeiro que canta tudo em português. É isso. Não parece muito complicado, mas às vezes fica." - Luis Maia, Guitarra e vocal.
Em 2012 a banda lança seu primeiro trabalho totalmente autoral intitulado “É” que foi totalmente gravado e produzido pela banda, em home studio. O lançamento recebeu críticas positivas dos veículos que se prestaram a ouvir o trabalho na época. Faixas como “Cão Preto”, “Penha” e “Boba Fett” recebem atenção imediata pelo instrumental inclassificável e letras totalmente diretas e sem analogias. A versão do Rocha para “Vida Bandida” do MC Smith fecha o álbum e escandaliza o underground na época por se tratar de um funk baseado na vida de um conhecido criminoso. Infelizmente a canção posteriormente teve de ser removida da discografia da banda por medida preventiva contra acusações infundadas de associação a facções criminosas.
O álbum posterior ao "É", chamado “Quebra Mundo”, também totalmente gravado e produzido pelo Rocha, foi lançado no final de 2013 e abre ainda mais portas para o Rocha no underground do subúrbio carioca. Faixas como “Filosofia”, “Quebra Mundo” e a controversa “Autoridade” tratam de temas como a vida no violento subúrbio carioca, liberdade de expressão e violência policial.
Recentemente, em Setembro de 2014, o vocalista Rafael Silva decide se afastar do Rocha. A banda, que já estava em meio ao processo de pré-produção de um novo trabalho, procurou por alguns substitutos e decidiu finalmente alterar sua formação para um trio com Luis Maia assumindo o vocal.
Atualmente o Rocha trabalha na gravação de seu novo álbum chamado “Bota contra nessa porra”, que
será lançado em Dezembro de 2014.
Rocha é:
Luis Maia - Guitarra e Vocal
Fernando Borges - Baixo
Igor Tavares - Bateria
Conheça mais sobre o Rocha nos links:
Página do Rocha no facebook:
https://www.facebook.com/rochanacidade?fref=ts
SoundCloud: https://soundcloud.com/banda-rocha
Fotos: Bruno Scramgnon
www.facebook.com/brunoscramgnon
Venho apresentar-lhes a banda Rocha.
O Rocha surgiu no final de 2011 quando Luis Maia (ex-Soul Steelers) e Igor Tavares (ex-Soul Steelers e atual Black Vulture) decidiram se desvincular do gênero metal e hardcore para formar uma banda cuja proposta era fazer um som pesado sem se comprometer com estilos definidos. Os dois levaram a proposta ao vocalista Rafael Silva (Black Vulture) e assim foi formado o Rocha.
Segundo opinião do Rocha, biografias de bandas desconhecidas só são interessantes para os próprios integrantes. Todo mundo se descreve como indescritível (aquela velha ladainha “preferimos não nos prender a rótulos”) ou alguém que vai revolucionar (ou já está revolucionando) a cena musical. Esse não é o caso do Rocha. "Somos uma banda de rock pesado para caralho do Rio de Janeiro que canta tudo em português. É isso. Não parece muito complicado, mas às vezes fica." - Luis Maia, Guitarra e vocal.
Em 2012 a banda lança seu primeiro trabalho totalmente autoral intitulado “É” que foi totalmente gravado e produzido pela banda, em home studio. O lançamento recebeu críticas positivas dos veículos que se prestaram a ouvir o trabalho na época. Faixas como “Cão Preto”, “Penha” e “Boba Fett” recebem atenção imediata pelo instrumental inclassificável e letras totalmente diretas e sem analogias. A versão do Rocha para “Vida Bandida” do MC Smith fecha o álbum e escandaliza o underground na época por se tratar de um funk baseado na vida de um conhecido criminoso. Infelizmente a canção posteriormente teve de ser removida da discografia da banda por medida preventiva contra acusações infundadas de associação a facções criminosas.
O álbum posterior ao "É", chamado “Quebra Mundo”, também totalmente gravado e produzido pelo Rocha, foi lançado no final de 2013 e abre ainda mais portas para o Rocha no underground do subúrbio carioca. Faixas como “Filosofia”, “Quebra Mundo” e a controversa “Autoridade” tratam de temas como a vida no violento subúrbio carioca, liberdade de expressão e violência policial.
Recentemente, em Setembro de 2014, o vocalista Rafael Silva decide se afastar do Rocha. A banda, que já estava em meio ao processo de pré-produção de um novo trabalho, procurou por alguns substitutos e decidiu finalmente alterar sua formação para um trio com Luis Maia assumindo o vocal.
Atualmente o Rocha trabalha na gravação de seu novo álbum chamado “Bota contra nessa porra”, que
será lançado em Dezembro de 2014.
Rocha é:
Luis Maia - Guitarra e Vocal
Fernando Borges - Baixo
Igor Tavares - Bateria
Página do Rocha no facebook:
https://www.facebook.com/rochanacidade?fref=ts
SoundCloud: https://soundcloud.com/banda-rocha
Fotos: Bruno Scramgnon
www.facebook.com/brunoscramgnon
terça-feira, 28 de outubro de 2014
Peso e agressividade: Cynthia Tsai
Hoje
falaremos sobre uma respeitada baterista da cena Metal Carioca! Com vocês, Cynthia
Tsai
Peso, agressividade, talento. É assim que gosto de
descrever essa musicista já bem conhecida por muitos justamente pelos adjetivos
acima.
Cynthia Tsai iniciou sua carreira musical aos 7 anos
quando pediu um violão de presente para seus pais. Após algumas aulas, desistiu
das cordas e nos próximos 3 anos fez
aulas de teclado, começando assim sua experiência musical. Tocou então em
festas e apresentações escolares. Aos 12 anos de idade, resolveu inovar.
Começou a estudar bateria.
Apesar de aprender inúmeros estilos musicais, sua preferência pelo Rock sempre falou mais alto. Entrou então para sua primeira banda, chamada Suíte P!, de repertório amplo, indo desde Roberto Carlos até Raimundos, mas sempre com a pegada característica do Rock n' roll. A partir daí, sua experiência só cresceu: tocou em festivais e eventos comemorativos como banda contratada.
Apesar de aprender inúmeros estilos musicais, sua preferência pelo Rock sempre falou mais alto. Entrou então para sua primeira banda, chamada Suíte P!, de repertório amplo, indo desde Roberto Carlos até Raimundos, mas sempre com a pegada característica do Rock n' roll. A partir daí, sua experiência só cresceu: tocou em festivais e eventos comemorativos como banda contratada.
Em 2002, se torna a mais nova integrante da banda
feminina Trinnity, uma das primeiras bandas de Gothic Metal do Rio de Janeiro,
composta apenas por mulheres e que ficou bastante conhecida na cena underground
não só do Rio de Janeiro, assim como São Paulo, Porto Alegre, Portugal,
Argentina. Após a gravação de sua primeira demo The Reflex Of Emptiness, a
banda teve a oportunidade de registrar seu trabalho na coletânea “Valhalla Demo
Section”, distribuída pela revista Valhalla, uma das mais conhecidas dentro do
cenário metal.
Com esta banda fez vários shows pelos quatro cantos do
Brasil, aprimorando cada vez mais sua técnica e experiência de palco. Encerrou
sua participação na banda em meados de 2007.
Em 2005, ainda em paralelo com a banda Trinnity, surge o convite para tocar na banda Scatha – banda de Thrash metal, composta apenas por mulheres – onde procurou transmitir na bateria muito mais peso e agressividade. Com a banda Scatha já tocou desde pequenos palcos no Rio de Janeiro, até grandes palcos fora do estado, ao lado de grandes bandas como Matanza, Korzus, Scars, Torture Squad, Hirax e Rage. A banda anunciou um hiato esse ano. Esperamos que seja breve.
Atualmente, Cynthia faz parte da banda AfterAll, que abrange vários estilos musicais, tais como grunge, metal, rock, anos 80/90, e POP a qual os integrantes são de grande participação no cenário musical carioca.
Cynthia Tsai tem como marca registrada sua pegada
agressiva, técnica, flexibilidade, presença de palco e simpatia com os fãs.
Isso é apenas a prova de que talento e simplicidade unidos são a receita de um
músico bem sucedido.
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