sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Aygan: Uma nova experiência sonora chegando

Misture Heavy Metal, Hard Rock, Progressivo e Groove para conhecer a banda Aygan.  
A mais nova promessa do Rock brasileiro conversou com o Rock Way no dia que foi finalizado o Debut “Plastic City”, que será lançado oficialmente dia 17/10 no FÚRIA FESTIVAL. Acompanhem: 

Como surgiu a banda e o que significa AYGAN?  
RODRIGO CURVO:  A banda está junta desde 2003 com essa formação, quando o Bruno entrou. Antes disso, sempre tocamos, desde moleques mesmo, mudando alguns integrantes, mas nunca paramos. Somos grandes amigos, temos um excelente entrosamento e tocamos puramente para fazer o som que gostamos.
Já o nome “Aygan” é inventado, mas vem de um provérbio grego: “Meden Agan” que significa “nada em excesso”.
MARCELO LANE: A banda começou em meados da década de 90 e se manteve até hoje pela grande amizade entre os integrantes e também com os ex-integrantes. Nossa ideia, como amigos, era montar uma banda para fazer um som bacana como das bandas que curtíamos, mas do nosso jeito… acabou dando nisso!! Mas a amizade sempre foi tão grande que o som acabava como o resultado dela… para ser do AYGAN ou andar com a banda tem que ser “brother”, curtir e entrar no clima, pois é o que pensamos, conversamos e vivemos em função para fazer sempre… e tem que gostar de cerveja, por que a gente não faz nada antes de abrir uma bem “gelada”!!! rsrsrs
O nome Aygan vem do “meden agan”, uma máxima de Sócrates na Grécia antiga. “Meden agan” significa “nada em excesso”. Tiramos o “nada” e ficamos com o “excesso”… o que transparece em nossas músicas pela emoção, energia, cuidado com os detalhes, peso das melodias, força das batidas e intensidade dos vocais…. 
Quais as principais influências de cada integrante? 
RODRIGO CURVO:  Minhas maiores influências são do metal mesmo: Dream Theater, Steve Vai, Van Halen, Rush. Mas o interessante na banda é que cada integrante tem uma influência distinta.
MARCELO LANE: Rock / Heavy dos anos 70, Queen, Bruce Dickinson, Led Zeppelin, The Faces, Jeff Beck, Eric Johnson, Faith No More, Whitesnake e Ozzy. Também algum blues, como Muddy Watters. Fora desse circuito, tem tipos de música, músicos e bandas diferentes de todo o mundo, o que inclui também ritmos brasileiros.
VITOR RODRIGUES: As minhas influências são bem variadas, por que gosto muito das bateras pesadas e dos trabalhos de bumbo do Metal, mas também gosto do suingue das sutilezas do fusion e do pop. Neil Peart e Mike Portnoy, creio eu, são as influências mais diretas. Mas também curto muito o Carter Beauford, do Dave Matthews Band, o Vinnie Colaiuta, Dave Weckl, Rod Morgenstein, Virgil Donati, Igor Cavalera e Dave Lombardo.
BRUNO VELLUTINI: Apesar de Iron Man, do Black Sabbath, ter sido a primeira música que toquei no baixo, minhas principais influências não vêm do metal, mas das levadas do Red Hot Chili Peppers, Dave Matthews Band, The Police, Lenine e Jamiroquai; das composições do Béla Fleck and the Flecktones e Karnak; da eletrônica do Xploding Plastix e Infected Mushroom; e dos baixistas Stanley Clarke, Richard Bona, Jaco Pastorius e Marcus Miller. 
A banda está prestes a lançar o trabalho de estréia “Plastic City”. Como foi o processo de gravação e produção?  
BRUNO VELLUTINI: Foi um longo processo de aprendizado. Em dezembro de 2007 lançamos 3 músicas cujos instrumentos, exceto pela bateria, foram gravados em casa. As músicas foram distribuídas gratuitamente pelo portal de música Jamendo. Apesar da satisfação de finalmente escutar nossas músicas, ainda não tínhamos chegado no timbre e peso que imaginávamos. Em fevereiro de 2009, liberamos nosso segundo EP, também com 3 músicas novas. A gravação estava consideravelmente melhor, mas ainda ficava atrás das nossas referências. Foi justamente esse processo de gravar, experimentar, ouvir e regravar que lapidou nossas músicas na sua forma atual e deu uma direção para a produção do “Plastic City”.
MARCELO LANE: Composto durante os longos anos da vida, com paciência, dedicação e persistência para alcançar um nível que consideramos ideal nas composições e arranjos…. Durante a gravação, começamos estúdio Mr. Som com o Alemão (Cristiano Schneider), que fez um trabalho incrível gravando a maior parte do material e ajudando a extrair o máximo de cada um em cada take! Terminamos as bases de guitarra no estúdio Da Tribo com o Alemão e o Ciero, que mandaram muito bem! Daí foram meses de mixagem em casa, entre nós mesmos, até chegarmos ao Fábio Ribeiro e Ale Souza para finalizar as mixagens e fazer a masterização. Nessa etapa, ainda fizemos algumas gravações de vocais com eles.
RODRIGO CURVO: Fizemos a produção e gravação da maioria do material no estúdio Mr. Som, com o Alemão (Cristiano Schneider). O estúdio é uma referência na gravação de metal, o que facilitou bastante para deixar o som matador. Finalizamos o disco com o grande músico Fábio Ribeiro e Ale Souza, no Brainless Brothers. Ficamos extremamente satisfeitos com o resultado, sem modéstia, em qualidade sonora, está entre os melhores do metal nacional. (risos)
VITOR RODRIGUES: O Alemão conseguiu extrair um baita som de batera. As ajudas na mixagem e na masterização por parte do Fábio e do Alê deixaram não só a mim, mas creio que a banda toda satisfeita. 
Falando em estréia, o AYGAN fará seu primeiro mega show em São Paulo dia 17/10/2010 no FÚRIA FESTIVAL, ao lado das bandas André Matos e Sepultura. Qual a expectativa para este show?  
RODRIGO CURVO:  Estamos muito felizes de ter a oportunidade de lançar o CD de estreia nesse show, com esses gigantes do metal! Faremos um grande show para o público que estará lá. Sem dúvida, vamos dar nosso melhor.
VITOR RODRIGUES: A expectativa??? É brutal, eu diria. Cara, o Sepultura é uma influência pra mim, e acompanho o trabalho do André Matos há uns 15 anos. Lógico que pinta uma grande expectativa. Mas no que depender do Aygan, o público verá um excelente show!
BRUNO VELLUTINI: Enorme! Será uma grande experiência, além de uma oportuna chance de mostrarmos as músicas do nosso primeiro disco.
MARCELO LANE: É uma honra e uma oportunidade única poder tocar para esse público e poder mostrar nosso som. Esperamos que gostem e peçam mais!!! Consideramos que nosso som é diferente das duas bandas, porém uma boa alternativa para quem quiser conhecer uma banda diferente, que está com muita vontade de arrebentar pra valer! Não pisaríamos nesse palco e não teríamos aceitado o convite para esta noite se não tivéssemos certeza que podemos fazer uma apresentação a altura do que o público espera! 
As músicas do AYGAN foram jogadas mais de 550.000 vezes no jogo JamLegend, superando grandes nomes do Heavy Metal mundial, como Stratovarius. Como está sendo assimilado este sucesso e existe algum projeto da banda para o exterior?  
RODRIGO CURVO: Hoje, é muito importante para as bandas se adaptarem à nova realidade, com a internet. Não dá mais para brigar com a pirataria, compartilhadores e etc, temos que usar isso como uma ferramenta de divulgação. Temos fãs no mundo inteiro por conta de sites como o JamLegend, mesmo antes de lançar o CD. Para os interessados em conferir: www.jamlegend.com/artist/Aygan. Os fãs do metal acabam comprando o CD original também.
VITOR RODRIGUES: Creio que é isso que o Rodrigo falou. Hoje em dia, a internet é um instrumento de divulgação incrível, e tem que ser utilizado. É engraçado ver este sucesso no JamLegend, porque se as músicas são muito jogadas, é por que são muito bem tocadas e apresentam um nível de dificuldade interessante pra quem joga. Além disso, o cara não se daria ao trabalho de jogar uma música que não soa bem, ou é “chata”. Depois de ver este resultado no JamLegend, tive mais uma comprovação de que o nosso som é realmente bom.
BRUNO VELLUTINI: Na verdade elas foram jogadas 513.791 vezes (até hoje)! Adicionamos as músicas dos nossos EPs no JamLegend, pois elas tem a energia e pegada essenciais para esse tipo de jogo (além dos solos de guitarra, claro). No entanto, foi uma surpresa e uma experiência bastante positiva, especialmente o retorno dos usuários do JL com comentários sobre as músicas. Alguns reclamam que as músicas são muito difíceis ou longas (ou os dois), mas isso acaba virando parte do desafio.
MARCELO LANE: Ficamos surpresos e felizes com o resultado, realmente não esperávamos essa repercussão toda, e foi isso o que nos encorajou a ir para um bom estúdio e gravar para valer! Sabemos que existe muito mais mercado fora do que dentro do Brasil, estamos nos movendo em direção a novas oportunidades no exterior. Acreditamos que o disco “Plastic City” é um bom trabalho e as pessoas podem gostar, então, estamos primeiro trabalhando na divulgação antes de qualquer outra coisa. Abrir esse espaço pela primeira vez, que significa tornar-se uma banda realmente conhecida é nosso desafio e nossa meta. 
Como vocês definem o som do AYGAN?  
MARCELO LANE: Defino como uma nova experiência sonora para uma banda de rock com um tanto de heavy e uma mistura de várias outras coisas que uma hora vai acabar tendo um nome!! Mas não me preocupo com o nome, apenas com o som.
RODRIGO CURVO: Costumamos nos chamar de Heavy Groove (risos). Basicamente juntamos o rock progressivo e groove à energia do hard rock e ao peso do heavy metal., deixando o som com um toque diferente.
BRUNO VELLUTINI: Também considero o Aygan, essencialmente, uma banda de rock, mas que explora diversos estilos como o metal, hard rock e groove. Acho que isso ficou bem representado no “Plastic City” onde cada música é uma faceta do que podemos chamar de “nosso som”. Definiria como Hard Groove.
VITOR RODRIGUES: Eu e o Bruno sempre temos a preocupação de soarmos o mais suingado que podemos, pois sempre achei isso um fator importante em música. Mas não resisto, e ponho sempre um pedalzinho duplo pra lembrar “de onde vim”. Comecei com Metallica e o Metal está no sangue. Acho que esta mistura é o que define o Aygan. 
Quais mensagens a banda quer passar em suas letras?  
MARCELO LANE: Não temos o objetivo de passar mensagens, mas falamos sobre temas que passam por nossas vidas e nossa imaginação. Percepção, transformação, medo, fúria, coragem, cotidiano… são algumas das situações abordadas nas entrelinhas dos versos. A maior parte das letras são histórias verdadeiras, vividas por nós e traduzidas em versos.
RODRIGO CURVO: Falamos sobre o cotidiano, a mente e as relações pessoais.
VITOR RODRIGUES: Acho que tem um lado mais contestador, que vem à tona, por exemplo, em “To Turn Around”. Outras letras refletem como nos sentíamos em alguma fase em que estávamos vivendo, como “Days”, em que o Marcelo estava numa fase complicada, trabalhando muito. Acho que as letras dizem algo sobre a gente, que pode, de alguma forma, atingir outras pessoas também. 
Como vocês analisam o mercado da música, especialmente do Rock no Brasil atualmente?  
RODRIGO CURVO: Acho que o mercado do rock está em ascensão, esse ano tivemos vários grandes shows, lançamentos de discos.
MARCELO LANE: O mercado de música no Brasil é engraçado. Aqui o cara paga caro para ver um show internacional, mas muitas vezes não quer pagar pelo CD de uma banda nacional do mesmo estilo com qualidade até superior. É uma incoerência de ambas as partes, permitir que isso aconteça, mas a coisa até agora funciona dessa forma mesmo. Qual outro estilo musical junta tanta gente nos festivais? Quantas das bandas internacionais que vêm para o Brasil e lotam estádios são de Rock pesado ou Heavy Metal? A maioria… por que não tem mais espaço para as bandas da casa? Boa pergunta… De qualquer forma, o nosso Rock pesado brasileiro tem sua raiz no underground e não arredou o pé, não virou modismo e não vai mudar, vai continuar cada vez mais forte pelas próximas gerações, assim como veio para a nossa.
BRUNO VELLUTINI: A internet abriu muitas possibilidades para o mercado musical, mas as grandes gravadoras, aparentemente, não estão se adaptando na mesma velocidade. Apesar dos 15 anos da existência do comércioonline, parece que ainda estamos num período de transição nos modelos de negócios. É muito revigorante ver diversas bandas, incluindo artistas brasileiros, experimentando e inovando. Usando a internet não apenas como ferramenta de divulgação, mas como um canal direto com os fãs e, mais interessante ainda, como catalisador de criatividade, envolvendo outros artistas, misturando mídias e dando uma dimensão colaborativa para a música. 
O que vocês andam escutando ultimamente?  
RODRIGO CURVO: Ando ouvindo coisas variadas, como Dave Matthews, Andy Timmons, Stone Sour, entre outros.
VITOR RODRIGUES: Olha, eu tenho ouvido desde Seal e Journey até Rush, DT, Cosmosquad e Jeff Beck.
MARCELO LANE: Nos últimos 12 meses 99% do que ouvi foi AYGAN, mas fora isso, um pouco das minhas principais influências (citadas anteriormente) para desbaratinar…
BRUNO VELLUTINI: Eu também, nesses meses de produção do CD, principalmente Aygan! Mas também Freak Kitchen, Dream Theather e Móveis Coloniais de Acaju. 
O Rock Way agradece imensamente a entrevista. Por favor, uma mensagem para nossos leitores e fãs do AYGAN…  
RODRIGO CURVO: Nós é que agradecemos! Galera, esperamos todos vocês no dia 17 de outubro para agitar o HSBC no Fúria Festival, para conhecer mais do nosso trabalho!
VITOR RODRIGUES: Esperamos que vocês se divirtam e curtam nosso trabalho, que está em diversos lugares, MySpace, Facebook, Last.fm. Esperamos que nos sigam no Twitter. Acho que são canais bacanas de contato com o público, e saber o que as pessoas pensam sobre nosso som é muito importante.
BRUNO VELLUTINI: Repito o convite para conhecer nossas músicas nos links abaixo e deixar seu comentário! E fique ligado nas atualizações sobre o “Plastic City” e o Fúria Festival.
MARCELO LANE: Queremos todos conferindo nosso CD “Plastic City”, baixem os MP3 para conhecer e assistam nosso show no Fúria Festival, gritem alto e forte! Ser parte de um grande espetáculo é uma honra e será uma grande oportunidade para nos conhecer. Agradeço a todos do Rock Way e todos os nossos fãs, que vêm aumentando a cada dia ,pelo apoio! 
LINKS OFICIAIS:  
Para jogar Jamlegend com as músicas da banda AYGAN, acesse: www.jamlegend.com/artist/Aygan 
AYGAN:  
Marcelo Lane:  Vocals/Guitar
Rodrigo Curvo: Guitar
Bruno Vellutini: Bass
Vitor Rodrigues: Drums
Contato:
Email: aygan@aygan.com.br 

Ozzy Osbourne: expulso de escola da filha Kelly

Segundo a World Entertainment News Network (WENN), OZZY OSBOURNE  já foi expulso da escola de sua filha Kelly Osbourne na Inglaterra, depois de peidar e adormecer no meio de uma reunião de pais e professores.
Kelly ficou horrorizada quando seu pai decidiu se juntar à mãe Sharon para uma reunião com os funcionários da escola sobre suas notas - porque Ozzy é conhecido por peidar e cochilar em público.
Kelly revelou durante uma aparição no The Wendy Williams Show: "Na Inglaterra, o meu pai foi banido da minha escola, porque ele adormeceu na reunião de pais e porque peidar em público normalmente não é aceitável."
Fonte desta matéria (em inglês): World Entertainment News Network

terça-feira, 28 de setembro de 2010

SHAMAN no RIO DE JANEIRO




Domingo, 26 de Setembro em Duque de Caxias (RJ), a chuva caía e dava aquele clima paulista para quem chegava ao show do SHAMAN.
No palco uma banda super talentosa e afinada, trazendo ao público o seu novo trabalho, o ORIGINS.
Com um acabamento muito fino, as músicas do ORIGINS surpreenderam o público, que esperava os antigos sucessos da banda.
E quando o público já havia sido enfeitiçado pelo SHAMAN, a mesma chega em grande destaque nos antigos sucessos e em músicas de outras bandas, clássicos como Painkiller e master of puppets.
Com um notável introsamento entre banda e público, os fans que ali estavam puderam interagir diretamente com os integrantes, que a todo o momento chamavam e levantavam a platéia empolgada da baixada fluminense.
Como se não bastasse tanta energia no palco, a banda depois da brilhante apresentação, desceu do palco e, se puseram à disposição dos que ali ficaram, à espera de um autógrafo, foto ou qualquer lembrança que fosse de seus ídolos.


Fonte: oportaldeathmask.blogspot.com
Fotos: deCifra me e Amigos         











sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Ozzy Osbourne: problema nas costas e show cancelado

Depois de anunciar o cancelamento do show que OZZY OSBOURNE realizaria em Oberhausen (Alemanha) na noite de hoje (16), o baterista Tommy Clufetos comentou o caso ao site Music Radar nesta manhã: “Eu ainda não conversei com o Ozzy, mas sei que ele está com esse problema nas costas faz tempo. Os médicos acharammelhor dar uma pausa na turnê”.

OZZY OSBOURNE sofreu um estiramento muscular e ficará em repouso/tratamento pelos próximos quatro dias (no mínimo). De acordo com Clufetos, a dor se tornou insuportável durante a sequência de shows. “Ele reclamava das dores fazia tempo. Ozzy se preocupa muito com os fãs. Se o show foi cancelado é porque ele está morrendo de dor mesmo”, finalizou o baterista. 

Fonte desta matéria: Blabbermouth

Kirk Hammett: "tocando muito melhor do que na última turnê"

Na noite de ontem (15/09) Andrew Murfett da The Age conduziu uma entrevista com o guitarrista do METALLICA, Kirk Hammett, que falou sobre a turnê australiana e sobre o relacionamento dos integrantes do grupo nessa atual turnê. Veja abaixo alguns trechos da conversa.

Sobre a atual turnê do Metallica:

"Essa turnê tem sido muito mais fácil e mais descontraída do que as últimas. Musicalmente e mentalmente, estamos em um lugar muito melhor. Estamos tocando muito melhor do que na última turnê. Todo mundo está de bom humor."

Sobre o turismo na Austrália:

"Nesta turnê, todos nós somos pais agora. Todos nós temos famílias. Que não foi o caso na última turnê. O novo calendário nos permite passar mais tempo com nossas famílias, o que significa que estamos muitofelizes e mais consistentes e nós estamos vendo nossa família regularmente. Existe um bom equilíbrio entre elas. É muito bom saber e sentir que estamos todos na mesma página."

Andre Matos (Teatro Odisséia, Rio de Janeiro)

Injustiça. Esse é o sentimento que fica após presenciar tamanho profissionalismo em mais uma apresentação da banda de Andre Matos na capital fluminense.

Ao longo da tarde, uma pequena quantidade de fãs fiéis deu origem a duas grandes filas – sendo uma para quem não possuía ingresso - que só cresceria no decorrer do dia. As dependências do local (o simpático Teatro Odisséia, até então desconhecido pela maioria, mas que aos poucos vem abrindo suas portas para a música pesada) ficariam claramente lotadas.

Diga-se de passem, apesar da péssima acústica, o lugar se mostrou uma escolha acertada para a banda – principalmente se comparado a Niterói e Campo Grande, locais de não tão fácil acesso, em detrimento da Lapa, que fica na Zona Central da cidade. Um oásis no meio da bagunça musical que a Lapa promove, no geral.

Com certo atraso, os portões se abriram. A banda de abertura, a local Empürios, baseou seu set em composições próprias que integrarão o seu debut “Cyclings”, a ser lançado no próximo ano. Apesar de desconhecida pela maioria das pessoas ali presentes, deixou uma impressão muito positiva, com um som bem intrincado e cercado de competência individual (além de simpatia por parte dos integrantes).

E eis que, após um rápido trabalho por parte dos roadies (também ovacionados , em especial por meio de apelidos), o show teve seu característico início com “Leading On” – faixa de abertura do álbum mais recente, Mentalize (2009). O público, evidentemente, foi à loucura com a seqüência que ainda incluía a marcante “I Will Return”, futuro clipe da banda.

“Essa é para vocês”, indicou Andre – como de costume - antes da aclamada “Rio”, cantada em uníssono. Desnecessário citar que as faixas de Time to Be Free já se tornaram clássicas absolutas e estão na ponta da língua de todos. Mais ou menos o que aconteceu na seguinte, “Mentalize”, pesada e ideal para ser executada ao vivo.

“Fairy Tale”, habitualmente aplaudida por ter sido um enorme sucesso, foi um espetáculo à parte. Durante a tradicional pausa no início da canção, a platéia começou a cantar “Parabéns a Você” para Andre Matos, que estaria fazendo aniversário dois dias depois. Certamente um momento muito emocionante, que rendeu um sincero agradecimento por parte do vocalista, que citou a apresentação do dia anterior (em Brasília, no festival Porão do Rock) e chamou o público de “exemplo”. “Só aqui no Rio mesmo, hein” – disse ele, com uma visível alegria em seu rosto . A reação dos cariocas foi imediata.

A energética “How Long” marcou presença, assim como o “Viper Medley” (Living for the Night/A Cry From the Edge), que sempre é muito aguardado pelos fãs (prinpalmente pelos mais saudosistas). Uma necessária pausa foi dada para um solo de guitarra, capitaneado pelo excelente Andre “Zaza” Hernandes, que logo depois teve a companhia de Hugo Mariutti, praticamente o segundo frontman da banda.

Rapidamente, “Separate Ways”, cover do famoso hit do Journey, surgiu como uma avalanche. O mesmo pode ser dito sobre a clássica do Angra, “Lisbon”, sempre bem recebida e presença obrigatória nos shows desde que foi lançada.

Mais um solo, desta vez de bateria, foi executado pelo já veterano Eloy Casagrande. Momentos como esse sempre geram muitas discussões, porém a inegável competência do jovem impressionou até mesmo quem não se interessa pelo instrumento.

Uma surpresa em relação à ultima vez em que vieram – muito bem-vinda, diga-se de passagem – foi a inclusão de altamente ovacionada “Holy Land” no lugar de “Powerstream”. Apesar da última ser muito boa, a sede por clássicos era evidente, visto que o setlist atual dos paulistanos privilegia os trabalhos mais recentes do grupo. Antes dela, inclusive, executaram com maestria “Letting Go”, a já considerada “nova Carry On”.

A “original” viria logo a seguir, causando o habitual furor na audiência, já que foi um tema que marcou a vida de muita gente. Destaque para a performance do sempre impressionante Fábio Ribeiro (teclados).

Uma jam entre os músicos (com direito a “Another One Bites the Dust” do Queen!), além da apresentação dos membros da banda (inclusive o novo baixista, Bruno Ladislau, carinhosamente apelidado de “Judas”) e da equipe técnica precederam o corriqueiro encerramento com “Endeavour”. A música, que apesar de recente também já pode ser considerada um clássico, sempre emociona e provoca um efeito muito interessante com cada componente saindo aos poucos até restar apenas o vocalista - certamente o melhor fim de show da carreira deles.

Ao se assistir um show deles, a sensação de “injustiça” abordada no início da resenha fica muito evidente. É difícil entender o que diabos acontece com o Metal nacional, pois músicos de um calibre tão alto e extremamente solícitos aos fãs (chegaram a dar autógrafos após o show e ainda tirar fotos) deveriam estar tocando em casas de show maiores e muito mais estruturadas. É uma pena, resta torcer para que a situação melhore e que a comunidade como um todo (fãs, promotores e músicos “picaretas”) tomem vergonha na cara.

Parabéns a todos que tornaram essa noite possível. Mais uma vez, a banda Andre Matos fez um show de altíssima qualidade (tal qual ocorreu em 2008 e 2009) e não decepcionou os cariocas, fluminenses e pessoas de outros estados que vieram apenas para ver o show. Que a próxima vez chegue logo!


 

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

A Perfect Circle: banda confirma turnê e anuncia formação

Publicado originalmente no MPSIROCK
Agora reunidos oficialmente, o A PERFECT CIRCLE foi ao twitter para confirmar quem está dentro da nova reencarnação da banda:
Vocais – Maynard James Keenan
Guitarra/Vocais – Billy Howerdel
Guitarra – James Iha
Baixo – Matt McJunkins
Bateria – Josh Freese
O novato Matt McJunkins já tocou anteriormente com o Ashes Divide e Pucifier. Sobre a nova formação o grupo deu a seguinte declaração: “Jeordie, Paz e o Troy estão envolvidos em outras coisas fantásticas que acabaram impedindo eles de tocarem com a gente. Mas está tudo bem entre a banda e eles.”
Durante o atual trimestre a banda fará uma turnê por cinco cidades. No dia 27 de outubro irão se apresentar no programa Jimmy Kimme Live.

Nightwish: "Tuomas agora conhece minha voz", diz Anette

A banda finlandesa NIGHTWISH  se encontra na Finlândia onde estão praticando e gravando demos de suas novas músicas para seu novo álbum, ainda sem nome.
A banda tem feito atualizações em seu site oficial contando aos fãs como tem sido o tempo que estão passando juntos, como vai o progresso das músicas e as brincadeiras que fazem no tempo livre.
A última atualização foi feita por Anette Olzon, vocalista, onde ela diz que está tudo gravado e que em março de 2011 ela deverá estar em estúdio gravando seus vocais. Anette também comentou um pouco sobre as novas músicas: "Levei quatro dias para gravar todas as músicas. Desde o momento que eu recebi a primeiro demo instrumental que Tuomas fez, eu senti que esse álbum seria algo especial. As músicas e temas que Tuomas organizou são bem variados, interessantes e com elementos novos que nunca usamos. Ainda assim, é um álbum do NIGHTWISH e nós estamos voltando para as raízes dos primeiros álbuns. Vocalmente para mim tem sido muito mais variado, pois eu estou usando minha voz de jeitos diferentes daqueles do 'Dark Passion Play'. Tuomas com certeza agora sabe como é minha voz e a amplitude dela."

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Marilyn Manson: filme suspenso por excesso de violência

Publicado originalmente no MansonBR
De acordo com o ContactMusic.com, a carreira de atriz da modelo Lily Cole sofreu um revés, pois seu último filme foi arquivado após uma má resposta à violência do trailer.
Os telespectadores ficaram chocados após o perturbador vídeo de Phantasmagoria: The Visions of Lewis Carroll vazar na internet, com a jovem  de 22 anos interpretando Alice, em uma história sobre o autor de Alice no País das Maravilhas.
Os responsáveis decidiram, desde então, encerrar o projeto inteiro, que foi dirigido pelo roqueiro MARILYN MANSON e também estrelado por Tilda Swinton.
Uma fonte disse ao Britain’s Mail no domingo: “O trailer causou tal revolta que foi tomada uma decisão de encerrar o projeto. É pouco provável que ele verá a luz do dia.”
Segundo a publicação, o filme está agora oficialmente com “a produção suspensa por tempo indeterminado”.

Vocalista da Shadowside confirma participação no Stay Heavy Metal Stars 2010

Por MS Produções & Eventos // 13 set 2010

Dani Nolden, vocalista da Shadowside, é uma das primeiras estrelas confirmadas no cast do Stay Heavy Metal Stars 2010, evento que comemora o 7º aniversário do Stay Heavy, maior programa de TV especializado neste segmento musical no Brasil. A festa que acontece, no próximo dia 17 de setembro, às 22h, no Manifesto Bar, em São Paulo, reunirá os principais músicos do Metal nacional em formações inusitadas tocando clássicos do heavy metal mundial. Além das tradicionais jams, o evento terá comoatrações especiais os shows das bandas Hangar e Torture Squad.
A frontwoman, que neste momento está compondo as músicas para o próximo registro fonográfico da Shadowside, comentam a importância e a expectativa para a grande festa deste ano. “Participar do Stay Heavy Metal Stars sempre foi e sempre será uma honra e um enorme prazer. “Eu vejo o evento como a comemoração da vitória do heavy metal no Brasil. É uma bela oportunidade  para reencontrar os amigos, interagir com outros músicos e com fãs de todas as bandas. É uma verdadeira festa celebrando a boa música”, destacou a cantora.
Os ingressos já estão sendo comercializados à R$20,00 e podem ser adquiridos na Consulado do Rock, na tradicional Galeria do Rock, no Manifesto Bar ou pela internet, através da TicketBrasil. Desta forma, o ingresso é enviado por e-mail em até 24h após a confirmação do pagamento. Acesse www.ticketbrasil.com.br e verifique na íntegra o procedimento de compra.
O Stay Heavy Metal Stars 2010 tem apoio da revista Roadie Crew, Consulado do Rock, Lady Snake Rock Wear, Manifesto Bar e Krocodille Pop.

Dave Mustaine: "não me importo com o que as pessoas fazem"

Este resumo não está disponível. Clique aqui para ver a postagem.

Stay Heavy Metal Stars: shows e jam com mais de 40 músicos!

No dia 17 de setembro (sexta-feira) o Manifesto Bar em São Paulo recebe a festa de 7 anos do Programa Stay Heavy - o Stay Heavy Metal Stars 2010 - Party!
Na ocasião as bandas TORTURE SQUAD e HANGAR farão apresentações especiais com set lists diferenciados. Em seguida acontecerão as famosas jams com músicos das mais diversas bandas nacionais tocando clássicos do Heavy Metal mundial.
Já estão confirmados integrantes das bandas ANGRA, ANDRE MATOS BAND, KORZUS, SHAMAN, SHADOWSIDE, ANCESTTRAL, HENCEFORTH, MINDFLOW, entre outros.
O evento contará também com o sorteio de diversos prêmios.
Os ingressos são limitados e estão à venda na loja Consulado do Rock (Galeria do Rock), no Manifesto Bar e em www.TicketBrasil.com.br.
Músicos comentam a importância do Stay Heavy Metal Stars e a expectativa para a grande festa deste ano:
"Estar no palco com os amigos de várias bandas da cena Metal é gratificante tanto para quem está tocando quanto para quem está assistindo, já que é uma oportunidade única de ver integrantes de várias bandas reunidos em uma única festa!" Wanderley Perna Caravieri, baixista Genocídio.
"Participar do Stay Heavy Metal Stars é muito legal. Treino minhas técnicas vocais e instrumentais o ano inteiro para tirar onda com os convidados famosos do meio Metal!" Bruno Sutter, vocalista, baixista (Death Tribute) e humorista.
Confira a cobertura da edição de 2008 feita pelo portal Showlivre.com, com Andre Matos, Pit Passarell (Viper), Dick Siebert e Antonio Araújo (Korzus), Van Canto e muito mais.
Stay Heavy Metal Stars 2010 - Party!
Data: 17/9/10
Horário: 22h
Ingressos: R$ 20,00
Local do evento: Manifesto Bar - Rua Iguatemi, 36 - Itaim Bibi - São Paulo/SP - Fone: (11) 3168-9595 -
http://www.manifestobar.com.br
Mais informações: www.stayheavy.com


Andre Matos, Hangar e Dr. Sin

Dia 27 de agosto três grandes bandas da atualidade estiveram na cidade de Sorocaba, interior de São Paulo, para um megashow. ANDRE MATOS, HANGAR E DR SIN foram impecáveis, cada um com seu estilo, levando o público ao delírio.
A primeira apresentação foi do DR SIN, que levantou a galera com Fly Away, Emotional Catastrophe, Nomad, Fire e a balada Time After Time. Os músicos sempre com grande presença de palco, chamando o público para interação a cada música. A banda ainda tocou a famosa Futebol, Mulher e Rock 'n Roll, uma sátira aos ditos três amores do brasileiro, seguida em peso pela galera, além de um medley com o baterista Ivan Busic nos vocais, que incluiu entre outras, Jump, clássico do VAN HALEN e Perfect Strangers do DEEP PURPLE e um dos pontos altos do show, Have You Ever Seen The Rain do CREEDENCE.
Logo após uma pausa para acerto de instrumentos, prinicipalmente bateria, entrou o HANGAR, com seu instrumental The Infallible Emperor, do último disco, emendando com Some Light To Find My Way, que levantou a galera. Após alguma músicas, uma pausa para o vocalista Humberto Sobrinho agradecer o público e introduzir a próxima música, que ele dedicou a todos que tinham sonhos e que lutassem para realizá-los, entra então Time to Forget, um dos grandes momentos do show, emocionante. Algumas músicas mais e outra pausa, agora Humberto apresenta os membros da banda, com um carinho dos fãs para cada membro, em especial ao Aquiles Priester, considerado o melhor baterista do metal nacional, que se mostrou impecável neste show. Ao encerrar o set-list de músicas próprias, a banda fez questão de fazer uma homenagem ao "inigualável" (como se referiu Humberto) Ronnie James DIO, que faleceu no último mês de junho, com a música Rainbow In The Dark, cantada em peso pelo público, inclusive arrancando lágrimas de alguns presentes, encerrando com Master of Puppets do METALLICA.
Novamente uma pausa para acerto de instrumentos e então o aguardado show de ANDRE MATOS. Ecoa pelo som a intro de Leading On, música de abertura do último disco, que o público acompanhou em peso. Andre estava animado, sempre interagindo com Hugo Mariutti e Andre Hernandes, além de sempre pedir o apoio dos fãs nas músicas. Um dos momentos mais marcantes ficou a cargo da famosa Fairy Tale, do SHAMAN, cantada em uníssono pelo público. A banda seguiu o show mesclando músicas dos dois álbuns lançados pelo cantor, como How Long, Letting Go, Mentalize e I Will Return. Mas os grandes momentos do show ficaram a cargo dos "covers", assim como em Fairy Tale, o público vibrou e cantou a gritos músicas como Holy Land e Lisbon do ANGRA, além é claro da sempre presente Carry On, que fechou um grande show do memorável vocalista dos agudos. OBS: o baixista Luis Mariutti não participou deste show assim como está acontecendo ultimamente, o baixista Bruno da banda ACLLA foi o substituto.
A organização foi impecável e ainda sorteou um violão autografado pelas bandas. Foi uma noite inesquecível, batendo de frente com grandes shows internacionais e que merece ser repetida outras vezes em muitos locais e com outras grandes bandas, para mostrar que o heavy metal úne o público em um só ideal, a boa música.


Shaman: "temos o objetivo de fazer o Metal crescer"

Shaman: "temos o objetivo de fazer o Metal crescer"

Aproveitando o ensaio realizado nesta sexta-feira (03/09) no estúdio Fusão VM&T, o site Rock Way conversou com a banda SHAMAN sobre o novo lançamento “ORIGINS” e muito mais.
Como foi o processo de composição das músicas do ‘Origins’?
Ricardo Confessori: O “Origins” foi produzido em quase 2 anos. Começamos a gravar em 2008, exatamente no final de 2008, com a intenção de fazer um EP de 4 músicas inéditas: a “No Mind”, a “Blind Messiah”…
Thiago Bianchi: Não,… a “Finally Home”, “No Mind”, depois a “Blind Messiah”…
Ricardo Confessori: Primeiro, a música “No Mind” sairia como bonus no relançamento do “Immortal”, mas acabou não entrando no relançamento que tem uma capa especial. Em 2008 ela já estava pronta, do jeito que é hoje… Em 2009, gravamos mais três músicas e em 2010 fizemos mais 4 para fechar o CD.
Thiago Bianchi: O legal desse disco é que a gente teve a oportunidade de se reinventar. Cada vez que ouvíamos o CD, tínhamos tempo de saturar as músicas no ouvido e aprimorar o trabalho todo.
Ricardo Confessori: O que facilitou é que trabalhamos em nossos próprios estúdios, a maioria foi feita aqui no Fusão VM&T. Podíamos gravar uma música e amadurecê-la até fecharmos o CD. Dar tempo de amadurecer a música, ao invés de fazer tudo em 3 ou 4 meses, gravar e depois só se dar conta da obra inteira 6 meses depois do lançamento. Um dos motivos do CD estar tão legal e até superior aos anteriores.
O SHAMAN teve uma total reformulação onde só permaneceu o Ricardo como integrante original. Após esse período, a banda se firmou novamente no cenário mundial e recebe inúmeros elogios de seus recentes trabalhos. Vocês (Thiago, Léo e Quesada), imaginavam que a aceitação seria tão rápida e que o SHAMAN conseguiria manter a mesma força de outros tempos ? Conte-nos sobre este desafio…
Thiago Bianchi: Eu não sou o cara que fica esperando as coisas acontecerem, por ser muito ansioso. Eu prefiro batalhar e pronto. Assim, o resultado passa a ser mais natural e menos “esperado”, pela simples equação de ser uma conseqüência do próprio trabalho.
Fico feliz com essa pergunta, porque eu não paro para pensar no que está certo ou errado… a gente simplesmente trabalha com o objetivo de fazer o metal crescer, que as nossas bandas sejam melhores, angariando novos fãs, fazendo com que as pessoas que não entendem o metal passem a entender e logo, o apreciar.
Trabalhamos as músicas para chamarem mais atenção. Acho que isso está acontecendo, o Metal está voltando a crescer. Enquanto tiverem pessoas boas fazendo boas músicas no Brasil, teremos espaço para todo mundo. Enquanto os “medalhões” batalharem pra cena crescer, vão aparecer novos talentos e o Brasil é um celeiro de músicos e todo mundo sabe disso.


quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Dream Theater: Mike Portnoy anuncia saída da banda

O baterista e fundador do DREAM THEATER, Mike Portnoy, anunciou hoje, 8 de setembro de 2010, que deixou a banda. Na carta de Mike, que pode ser acessada em seu facebook, ele explica os motivos de sua saída, dizendo que está tendo mais diversão e melhores relações pessoais com os demais projetos, entre eles, o AVENGED SEVENFOLD, que tocará no SWU dia 11 de outubro em Itu / SP. Ele tentou dar um tempo com a banda, para retornar com as baterias recarregadas, mas os demais membros do DREAM THEATER não compartilharam de seus sentimentos, o que causou o rompimento.
Leia a tradução do texto completo de Mike:
Estou prestes a escrever algo que nunca imaginei que fosse escrever:
Após 25 anos, decidi deixar o DREAM THEATER (banda que fundei, liderei e amei verdadeiramente por um quarto de século).
Para várias pessoas isto será um choque completo e também provavelmente será incompreendido por alguns, mas por favor acreditem que não é uma decisão impensada. É algo com o que vinha lutando desde mais ou menos o último ano.
Após ter experiências tão incríveis tocando com o Hail, Transatlantic e Avenged Sevenfold neste último ano, concluí tristemente que me divirto mais e me relaciono melhor com esses outros projetos do que tenho com o DREAM THEATER há algum tempo.
Por favor não me interpretem mal, amo os caras do DT de verdade e temos uma longa história de amizade que nos une profundamente. É que realmente acho que precisamos de uma pausa.
O DREAM THEATER sempre foi meu bebê e eu tomei conta desse bebê cada dia e momento da minha vida desde 1985 - 24 horas por dia, 365 dias por ano. Estar de férias com o DT não significa não ter responsabilidades (mesmo quando estávamos "parados")... sempre estive trabalhando e muito além do que a maioria das pessoas sãs fariam por uma banda.
Mas cheguei a conclusão de que a máquina DT estava começando a me desgastar e realmente precisava de uma pausa da banda com o intuito de salvar meu relacionamento com os outros membros e manter meu espírito do DT alimentado e inspirado.
Nós temos estado num ciclo de escrever/gravar/fazer turnês por quase 20 anos agora (em que eu tomei conta de CADA aspecto sem uma folga) e enquanto alguns meses têm sido muito necessários, eu honestamente esperava que o grupo pudesse simplesmente concordar comigo tendo uma espécie de "hiato" para recarregarmos nossas baterias e "salvar-me de nós mesmos".
Infelizmente, discutindo isto com os caras, eles determinaram que não compartilham dos meus sentimentos e decidiram continuar sem mim ao invés de dar um descanso. Eu até mesmo me ofereci para fazer alguns trabalhos ocasionais ao longo de 2011 (contra meus desejos iniciais), mas não era para ser...
Enquanto dói sinceramente para mim só de pensar em um DREAM THEATER  sem Mike Portnoy (infernos, meu pai nomeou a banda!!), eu não quero ficar no caminho deles, então optei por me sacrificar e simplesmente deixar a banda para não segurá-los contra seus desejos...
Curiosamente, acabei de ler uma entrevista que dei recentemente em que me perguntaram sobre ofuturo do DT e falei sobre "sempre seguir seu coração e ser fiel a si mesmo". Infelizmente, preciso dizer que neste momento em específico, meu coração não está com o Dream Theater... e eu simplesmente iria ignorar minhas emoções e NÃO seria fiel a mim mesmo se continuasse motivado por obrigação sem tirar as férias que eu senti que necessitava.
Desejo aos caras o melhor e espero que a música e o legado que criamos juntos seja curtido por fãs nas próximas décadas. Estou orgulhoso de cada álbum que fizemos, cada música que escrevemos e cada show que tocamos.
Sinto muito aos fãs do DT desapontados pelo mundo... eu realmente tentei salvar a situação e fazer funcionar. Eu realmente só queria uma pausa (não uma separação), mas felicidade não pode ser forçada e precisa vir de dentro.
Vocês, fãs do DT, são os maiores fãs do mundo e, como vocês todos sabem, sempre trabalhei duro por vocês e espero que continuem comigo na minha futura jornada musical, não importa aonde isso possa me levar - e como todos vocês conhecem minha ética de trabalho, com certeza não haverá escassez de projetos futuros do MP!
Infelizmente,
Seu destemido ex-líder e baterista,
Mike Portnoy

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Shaman: divulgada a história por trás do novo CD "Origins"

O texto abaixo foi publicado no MySpace oficial do SHAMAN:
Essa é a história do pequeno Amagat, menino de uma tribo da longínqua Sibéria, lar dos primeiros Xamãs q se tem notícia.
Ela tem início no momento em q ao alcançar a idade do guerreiro (idade q sua tribo acreditava ser a idade da transição de criança a adulto e logo, guerreiro), Amagat foge acreditando não fazer parte de si tudo aquilo.
E justamente nessa sua jornada ao desconhecido teria inicio os dez estágios q o levaria a iluminação, por fim retornando a sua tribo, sendo recebido por eles, como um líder espiritual.
A história
Amagat sempre acreditou ser diferente e não entendia pq deveria lutar. Para seus pais, isso era vergonhoso, pois diante toda a tribo, seu filho era tido como covarde. E no dia do seu ritual de iniciação a guerra, Amagat fugiu. Fugiu sem olhar pra trás, apenas correndo pra longe das vozes q o perseguiam. Mas mesmo deixando pra trás toda sua tribo, ainda sim essas vozes não o deixavam em paz. Amagat em sua jornada errante percebeu q sua vida nunca mais seria a mesma. O q em um primeiro momento, parecia uma fuga covarde, seria na verdade uma jornada de encontro ao seu destino, ao encontro de seu verdadeiro "eu"
Origins (The Day I died)
Tem início a jornada de Amagat rumo ao desconhecido. Achando estar fugindo do "ritual do guerreiro" de sua tribo, Amagat desaparece mata a dentro. Desnorteado pelas vozes q não o deixavam em paz, Amagat decide uma nova, porém arriscada manobra, q era hora de enfrentá-las, seguir em direção a elas. Exatamente ao fazer isso, q se depara com uma grande fogueira, situada no centro de uma imensa clareira. E ao olhar fixamente pra ela, Amagat se dá conta q todo a sua vida havia sido um prelúdio à aquele momento. Naquela fogueira Amagat viu seu destino. Naquela fogueira "morreria" pra sempre o pequeno Amagat.
Lethal Awakening
Como nunca antes Amagat abre seus olhos de uma forma totalmente nova até então, mas a imagem num era nada agradável. Imerso a uma densa névoa onde tudo parecia irreal, mas ainda sim, distante, se tornava cada vez mais forte um desejo nunca antes sentido daquela forma, um desejo q mesmo sabendo ser letal para sua condição de humano, não havia outro a não ser, o de acordar!
Inferno Veil
Tinha início então, uma sucessão de visões, q revelariam os caminhos da intuição para esse novo individuo q um dia fora Amagat. Envolto a um tornado de emoções, ficava óbvio q o primeiro passo a luz, seria se livrar do medo, pai de todos os sentimentos ligados ao ódio. Tudo aquilo não fazia sentido. Aquele véu infernal deveria cair. Pra sempre!
Ego pt.1
Por alguns momentos Amagat pode sentir quão profunda poderia ser a falsa sensação de "segurança" q o ego podia prover. Era hora de se opor.
Ego pt 2
Começava sua batalha pessoal contra a imagem humana e o poder intenso do "eu do espelho". Seu "ego" estava morrendo. Sim, Amagat estava mudando.
Finally Home
Estava feito. Amagat pela primeira vez em sua vida, se sentiu completo! Não havia mais motivos para dor, ódio ou frustração, pois a única coisa q existia naquele momento era a luz q adentrava seu mundo. A sensação de agridoce de liberdade q invadia seu ser e a contemplação do todo era tudo q importava naquele momento. Ele estava pela primeira vez, em casa.
Rising Up To Life
Não havia mais medo. Estava claro para Amagat q sua vida nunca mais seria a mesma. Sua perda da "inocência", havia o transformado pra sempre. A vida havia se aberto para ele e ele por sua vez, havia recebido o entendimento absoluto. Amagat agora tinha ascendido a vida.
No Mind
Consciente de sua condição, Amagat passou a olhar para si mesmo, mas sobre outra perspectiva, a do todo. Sua mente havia sido libertada, nada mais importava no "mundo das coisas". A "doença" de sua vida havia sido curada pra sempre. Sem a mente em seu caminho, era hora de trilhar a real linha de seu destino.
Blind Messiah
Sua intuição era, pela primeira vez, seu guia. "Cego" por sua própria luz, Amagat ñ mais existia como indivíduo. Estava claro para ele, q essa mesma luz q o cegava, era a "dona" do caminho a se seguir. E nesse "chamado do todo", Amagat acorda para a sua nova forma. A de um "prometido".
Signed, Sealed and Delivered
Estava entregue. Sua vida seria para sempre um comprometimento com a própria vida, com o "todo". Tudo aquilo q havia passado, o fizera Simplesmente "entender". Não havia mais nada a ser dito ou feito. Era hora de retornar ao seu povo e cumprir seu destino. "Acordado" pra sempre iniciou seu retorno a sua tribo, a sua gente. E das mesmas trevas por onde desapareceu como "Amagat", retornou. Incrédulos a sua volta, ninguém conseguia acreditar q de sua jornada ao desconhecido, a escuridão, Amagat pode retornar e q sua visão agora era eterna. Seu retorno fora muito celebrado! E num grande "ritual" eles fizeram um fogueira em nome do extinto Amagat. Eles celebraram ñ só sua morte, mas tbm o nascimento de uma lenda A lenda daquele q "enxergava no escuro", ou apenas...
SHAMAN.

Soulspell Metal Opera: Show com Edu Falaschi em POA

A terceira data da turnê "The Labyrinth Tour" do projeto SOULSPEL METAL OPERA de HELENO VALE foi divulgada no site oficial do projeto:
dia 31/10/2010 (DOMINGO) PORTO ALEGRE-RS